Frente a la sensaci├│n de que la gran masa de la poblaci├│n iletrada [s. XVIII] era un elemento amorfo y f├ícilmente maleable utilizado por los poderes como elementos inertes, result├│ ciertamente lo contrario, defend├şan sus intereses como cuando el ayuntamiento de A Coru├▒a fuerza a los carreteros de las feligres├şas vecinas a trabajos de transporte de piedra para la ciudad, se defienden judicialmente de este abuso exigiendo los pagos debidos por tales trabajos de acarretos y cuando el ayuntamiento observa un frente colectivo y judicial reconsidera la actitud y procede a compensarlos por los trabajos
(...) los vecinos de feligres├şas pr├│ximas se reun├şan, adoptaban decisiones y otorgaban poderes para pleitos; exist├şa conciencia de pertenencia a una feligres├şa o territorio, de clase y de intereses utilizando activamente los mecanismos que ofrec├şa aquel sistema legal para obtener cosas y reclamar derechos sociales y econ├│micos

ABAD PARDO, A. A.: "Una persona an├│nima del s. XVIII: Amaro Gago (S. Pedro de Visma, A Coru├▒a)" (autoeditado, 2018)
Provavelmente o unplugged que marcou a nossa gera├žom foi o de Nirvana, que ├ę umha maravilha. Mas o de Pearl Jam ├ę atua├žom sob├ęrbia. Fant├ística para ver e para escuitar as vezes que se quiger. E Eddie Vedder, um dos maiores vocalista do nosso tempo, est├í na cimeira da sua voz juvenil.

I wish I was on the highway / back to Olympia

Alguns dos discos perfeitos da hist├│ria da m├║sica t├¬m tam├ęm a particularidade de serem ideais para conduzir de noite.



"Carretera de la costa / cansado de conducir..."



Se o agarimo co que junto as farangulhas de p├úo para lhas botar tivesse impacto no mundo f├şsico esses passarinhos viveriam mil anos.
A vingan├ža do aluno que a professora de Lengua Espa├▒ola ridiculizava foi um dicion├írio cujas defini├ž├Áes come├žavam todas por "Es cuando..."

As escritas dos idiomas mudam (IV): E se o top├│nimo em espanhol fosse Coru├▒a?

Hai s├│ um s├ęculo "ella fu├ę ├í la Coru├▒a" era correto. Aten├žom a essas letras: ├ę, ├í (acentuadas), l (em min├║scula).

Em rela├žom ao top├│nimo da Corunha em castelhano, nom sei a frequ├¬ncia nem a norma disto, mas era habitual que o L s├│ fosse em mai├║scula quando abria t├ştulo ou iniciava frase. No resto dos casos, ou se omitia ou ia em min├║scula, segundo procedesse.

Surpreende que isto coincide coa norma que atualmente seguimos em galego-portugu├¬s: "estivem no Porto", "fum ao Porto", mas o top├│nimo ├ę Porto, nom O Porto (e muito menos Oporto como escrevem em espanhol).

Analogamente, o top├│nimo ├ę Corunha, sem artigo. Ex. "estivem na Corunha" (nom "em A" nem "n'A") Ex. "fum ├á Corunha" (nom "a A").

Tendo aprendida da escola outra norma, talvez nos resulte mais chamativo "levei algo para a Corunha" (nom "para A ").

Ao que sim se chega ├ás vezes ├ę a incluir o artigo que vai co top├│nimo nos mapas, a seguir, em min├║scula e entre par├ęnteses: "Corunha (a)".

@emgalego: "Outras normas do galego tomam o exemplo castelhano e fam o artigo parte do top├│nimo (A Coru├▒a, O Porto, As Pontes...), mas isso causa hesita├žons ├á hora de us├í-lo numha frase (Ve├▒o de A Coru├▒a? Ve├▒o da Coru├▒a? Ve├▒o d'A Coru├▒a?). J├í agora, o correto nessa norma ├ę 'Ve├▒o da Coru├▒a'."

Contudo, remitindo-me de volta ao in├şcio sublinho que, lendo documentos antigos, chego a pensar que ortograficamente o artigo frequentemente nom se tratava como parte do top├│nimo. Por p├┤r um caso de documento oficial, na Gaceta de Madrid n.┬║ 186 (4-7-1912) lemos da "Direcci├│n General de Obras P├║blicas" que "S. M. el Rey (...) ha tenido ├í bien declarar la utilidad p├║blica de los caminos vecinales siguientes: (...) Provincia de Coru├▒a (...)". Mais mostras:

" de la Coru├▒a" impresso, 1788:
As escritas dos idiomas mudam (IV): E se o top├│nimo em espanhol fosse Coru├▒a?

" Coru├▒a" e " de la Coru├▒a" impresso, 1851:
As escritas dos idiomas mudam (IV): E se o top├│nimo em espanhol fosse Coru├▒a?

" de la Coru├▒a" manuscrito, 1852:
As escritas dos idiomas mudam (IV): E se o top├│nimo em espanhol fosse Coru├▒a?

" Coru├▒a " manuscrito, 1852:
As escritas dos idiomas mudam (IV): E se o top├│nimo em espanhol fosse Coru├▒a?

" Coru├▒a " impresso, 1865:
As escritas dos idiomas mudam (IV): E se o top├│nimo em espanhol fosse Coru├▒a?

E outros dous exemplos, e nom dous exemplos quaisquer, senom de fontes especializadas em geografia som:

No Diccionario Geogr├ífico-Estad├şstico de Espa├▒a y Portugal (Madrid, 1826) escrevem Coru├▒a como top├│nimo em espanhol (nom La Coru├▒a).

Nas tabelas desse livro consta "Coru├▒a". E nos textos redigidos o "la" precedente ao top├│nimo vai sempre em min├║scula.

No Bolet├şn de la Sociedad Geogr├ífica de Madrid, tomo III, ano II, n├║mero 10, de outubro de 1877 (via prensahistorica.mcu.es):

As escritas dos idiomas mudam (IV): E se o top├│nimo em espanhol fosse Coru├▒a?
Hoje dizia 1 ministra q 85% d fam├şlias 'monomarentais' som mulheres com filh@s

Em pequeno estudo q tou fazendo hai 200 anos eram o 100%

Desde entom para ac├│, dous exemplos:
J. nasceu em 1875.
F., sua nai, tivo-o como solteira.
F. pola sua vez era filha de M, =mente nai solteira.

S. nasceu em 1903. Seu pai E sua nai foram filhos de solteira.

(NB. Nom se podem assumir causas paternalistamente: gente podia nom ter pai x n motivos. Pq era casado, pq nom reconhecia, pq era crego...

entom sim, havia filh@s trás da silveira, obviamente, mas tm havia voluntariedade: que queriam filh@s mas nom um/*esse* homem.)

Total, às vezes parece que só agora se "inventou a pólvora", mas lembrai: os/as antig@s podiam ser mui modern@s...

... e em contornos rurais podiam ser muito + tolerantes com fam├şlias com 1 ├║nico progenitor(a) que em sociedades urbanas/posteriores (!).

Twitter
Choiando num projeto, fascinado x apelidos infrequentes.
Se os levas ├ęs um tesouro!
.gz/.es: INE
Fornelinho/Forneli├▒o: 0
Limideiro 50

A escrita condiciona muito: a forma que entendo castelhanizada Hermo ├ę bastante frequente mas co apelido Ermo s├│ nos ficam sete persoas!

Por├ęm nom sempre a forma galega foi relegada: Vieites ganha-lhe em termos absolutos a Vieitez

Às vezes os mapas falam.
Silvarinho/Silvari├▒o: 105
O seu mapa do INE parece contar umha hist├│ria bastante concreta



A extin├žom que vem?
Brenlhe/Brenlle: 10
... todas com el como 2┬║ apelido
(todas na prov. da Corunha)
NB: a forma Brenlla está + forte.

Nom frequentes: Arant├│n, Rieiro, Camafreita, ... Aparentemente desaparecidos: Panti├▒obre, Corposanto, ...

Tenho 1 Deaes (sic) q suponho atualmente seria:
Deães .pt
Deáns .es INE dá quase x : em total 19
dos quais, 16 nascidos fora d .es

Twitter
Falando del pergunt├írom polo seu pre├žo e algu├ęm que o conhecia dixo que seria barato, que custaria a├ş o que um traidor.


I was attorney for the "Q"
And the Indemnity Company which insured
The owners of the mine.
I pulled the wires with judge and jury,
And the upper courts, to beat the claims
Of the crippled, the widow and orphan,
And made a fortune thereat.
The bar association sang my praises
In a high-flown resolution.
And the floral tributes were many-
But the rats devoured my heart
And a snake made a nest in my skull.


Edgar Lee Masters
Therefore, build no monument to me,
And carve no bust for me,
Lest, though I become not a demi-god,
The reality of my soul lost,
So that thieves and liars,
Who were my enemies and destroyed me,
And the children of thieves and liars,
May claim me and affirm before my bust
That they stood with me in the days of my defeat.
Build me no monument
Lest my memory be perverted to the uses
Of lying and oppression.
My lovers and their children must not be dispossed of me;
I would be the untarnished possession forever
Of those for whom I lived.


Edgar Lee Masters
Mant├¬m-se a├ş impass├şveis, como vinte e quatro m├íquinas de calcular ├ás portas do Inferno.




O Tratado de Versalhes proibira aos alem├úes o fabrico de tanques, as empresas alem├ús produziram-nos pois no estrangeiro, por interm├ędio de sociedades-sombra. J├í por aqui se v├¬ que a engenharia financeira tem servido desde sempre para as manobras mais nocivas.


Éric Vuillard
Desfrutou despreocupadamente do hotel de luxo at├ę descobrir que o sabonete estava feito co trabalho de presidi├írias.
This old man, who knew the impermanent nature of the world and had tasted the bitterness of human society more than he ever wanted, dreamt without knowing he was shedding tears.

Kazuo Koike
Rather a thousand times the county jail
Than to lie under this marble figure with wings,
And this granite pedestal
Bearing the words, "Pro Patria."
What do they mean, anyway?


Edgar Lee Masters