Toujours à l'horizon
des soleils qui s'inclinent
comme on a pas le choix, il nous reste le cœur
tu peux cracher même rire
et tu le dois
Nom importa quantas vezes se diga, hai que andar um cacho para dar com um concelho tam mal governado como Culheredo.

"It's not dark yet / but it's gettin there"

Parte do que o galego lhe deu ao espanhol

Via RAE
En los países de buen humor, el fenómeno se tomó a broma; pero las naciones graves y prácticas, Inglaterra, América, Alemania, se preocuparon vivamente por él.

(Jules Verne, em traduçom e ediçom de RBA)
Se por proximidade ou por investigaçom histórica procuras alguém que migrou ou se tivo que exilar pola ditadura:

Frank Carter & The Rattlesnakes at Paste Studio NYC

Heredeiros da Crus. O porquiño

Seriamente infravalorada.

De sempre usamos na casa estar como umha calde[i]reta por estar completamente tolo.
Em português a parte estreita das garrafas di-se gargalo. Hoje sentim em galego chamarem-lhe gorgulha. O Estraviz di que esta última forma significa erupçom na pele e que a correspondente à garganta dos objetos é gorgola. Ainda assim esse segundo o pode-se fechar facilmente na pronúncia e já estaríamos mais práximo da palavra que ouvim.
Que lindo que algumhas vidas se podem ler em retrospetiva como umha carta de amor aos seus devanceiros e aos seus sucessores.

"Don't he ever sleep?"

"Don't he ever sleep?"

"Don't he ever sleep?"

"Don't he ever sleep?"


Old School Star Wars meets Spaghetti Western meets Lone Wolf and Cub.

Como nom ia gostar.

O meu favorito desde Rogue One.

Pagaria por ver isto em sala de cinema, a verdade.
Em todos os campos artísticos hai muito enfant terrible que tem tanto de enfant e tam pouco de terrible...
Molar em galego é outra cousa. Melhor formas galegas que gíria espanhola. Temos campar, que campa muito, e tamém coloquialmente arrasar, que arrasa...!

Pilares que eram troncos de pinheiros espetados em vertical no chão, assim se ergueu o edifício do Banco Pastor na Corunha. Está na memória local e familiar. Os mais velhos contavam-no. Meu bisavó, que tinha trinta e poucos anos quando se construiu, a meu pai, sendo este neno.

Sempre contamos tamém o mesmo: o Pastor, com esses pilares à venezana, foi durante vários anos o edifício mais alto do Estado.