Um desses filmes para caires de cu.

Incidentalmente, que bem soa o norueguês.

PS. Quem aborrecer as explicações de mais e as revelações argumentais que nem veja a primeira frase da entrada na Wikipédia nem em ningures.
Eu ainda acho que hai outra explicaçom para tudo o contado no filme.

Dez filmes de terror

Terror psicológico, terror com elementos de comédia, zumbis, gore, vampiros, histórias claustrofóbicas, filmes de época... som muitos os subgéneros do terror e até nom sendo fã hai que reconhecer que parte do melhor cine dos últimos anos se está fazendo aí. Com certeza esqueço algumha mas dez lembro-as:


  • The mist (2007)

  • 28 weeks later (2007)

  • Låt den rätte komma in (2008)

  • A girl walks home alone at night (2014)

  • It follows (2015)

  • The autopsy of Jane Doe (2016)

  • 10 Cloverfield Lane (2016)

  • The witch (2016)

  • Get out (2017)

  • Ready or not (2019)


  • Midsommar (2019), um dos filmes mais comentados do ano passado, nom a incluo porque ainda que é boa e entendo as críticas positivas, persoalmente quanto mais tempo passa menos me parece ter gostado dela. Black swan (2010), que tolerei, tenho-a visto categorizada como do género mas eu nom a poria aí. Polo contrário Bone tomahawk (2015) por muito que western, sim. Talvez nom gostei tanto como das dez da lista mas pareceu-me bem feita (incidentalmente, desta última, melhor nom procurar o título da versom em português porque é tam ridículo -e com spoilers- que nom tem nome).

.bashrc pode ser um dos pequenos prazeres da vida

alias lsf='ls -p | grep -v /'
alias lsd='ls -d */'
alias lst='lsf && lsd'
alias lsff='ls -pl | grep -v /'
alias lsdd='ls -dl */'
alias lstt='lsff && lsdd'

Enjoy!
Muitas frases e citas poético-motivacionais que abundam em redes sociais como Tumblr som dignas de sopapo:



Que guinha é essa de que a noite é dos poetas?

É-o menos dos taxistas, do persoal de urgências, dos recolhedores do lixo nos seus camiões?
Dos meninos aos que lhes nascem os dentes e nom podem dormir coa dor?

E depois, essa maldita mania de usar as putas como elemento poético ou narrativo quando nom se sabe nada delas. Podem, além disso, serem elas próprias poetas?

E os poetas, só morrerám de amor? Nom de pura mediocridade?
De quando em vez o português dá-che estas surpresas. Amadora BD escrevia hoje A série Edibar, do autor brasileiro Lúcio Oliveira, chamou a atenção de pequenos e graúdos.
Que palavra tam da nossa casa, pronunciada ghraudo, para se referir por exemplo a um rapaz que medrou muito desde a última vez que se viu: Tá bem graúdo, forte, crescido, que ganhou volume.

O pórtico de S. André no Parrote

Meu pai e Gregorio Casado falárom-me da porta do Arquivo do Reino fronte à Solaina do Parrote. Este último ademais mandou-me documentaçom bem interessante.

No seu artigo «Arquitectura nosocomial en La Coruña gótica» (publicado em Cuadernos de estudios gallegos XLIII, fasc. 108, 1996) María Dolores Barral Rivadulla fala do hospital -no sentido antigo, nom atual- de Santo André na Corunha, cuja data de fundaçom se desconhece. Iniciativa dos mareantes da cidade, foi incendiado durante o assalto do pirata Drake, e tivo reconstruções posteriores até que a finais do s. XIX o concelho mandou fechar a sua capela. Por documentaçom do XVI e XVII parece que estava diante do Orçám, entendemos que onde está agora a capela (na própria rua) de Santo André. A porta do acesso ao antigo complexo hospitalário salvou-se da demoliçom que acabou coa igreja parelha graças à declaraçom como monumento histórico artístico, nom sei quando, mas no 1956 colocou-se na muralha de Sam Carlos, que é onde a conhecemos de sempre os corunheses do meu tempo.

Barral Rivadulla descreve com um enorme detalhe a obra (sugiro a leitura da cumprida descriçom a historiadores da arte) e os seus motivos: folhas de cardo e outros vegetais, peixes (alusivos à confraria titular da igreja), folhas unidas em forma de aspa (sendo a cruz aspada o símbolo do santo padrom do templo), oito figuras arredor do Salvador (este com guedelhas mas sem barba e mostrando as mãos) e anjos com roupa eclesiástica intuída polos cordões rematados em nós, o que disque relacionaria o hospital cos franciscanos corunheses.

Hoje em dia a porta tem funçom de serviço, serve de entrada a remessas de documentaçom enviadas por outros organismos para o Arquivo do Reino de Galiza.

J. Cuevas realizou a finais do s. XIX esta ilustraçom na sua localizaçom original. O desenho reproduziu-se na tese de Pedro López -ex diretor do próprio ARG- sobre a Real Audiência de Galiza:

O pórtico de S. André no Parrote
(...) le quito el mito de la santidad a Vicente Ferrer y desaparecerá –espero– el mito de la santidad de Santiago Apóstol, desaparecerá –espero– el mito de la Reconquista… y si yo consiguiera eso, entonces dejamos a España privada de tres pilares de su constitución vital.

José Rubia Barcia

Lembrai Cuba

Grazie al Governo Cubano e chi ha curato i rapporti con Cuba. Ma grazie soprattutto a questi medici e infermieri che, volontariamente, vengono a curare persone che non conoscono, che non hanno mai visto. Un bel momento di altruismo che spero lasci un insegnamento grande per il nostro futuro

Alberto Cirio, presidente della Regione Piemonte. La Stampa (13/4/20)

Lembrai a Lombardia

¿Europa? ¿Qué es Europa? Es algo inexistente en los momentos que cuentan, cuando sería oportuno tener a alguien cerca con una voz que aportase seguridad y afrontase problemas y echase una mano a los más débiles. Europa ha demostrado en esta crisis su inutilidad. Para qué sirve una Europa que no está cerca de quien sufre. Me siento muy ofendido por los recursos financieros ridículos que la UE puso a disposición de Italia cuando se anunció todo esto.

Attilio Fontana. El País (30/3/20)

Lembrai Portugal

António Costa não se arrepende. Menos de 24 horas depois de ter considerado “repugnante” e antieuropeia a observação do ministro holandês das Finanças à situação orçamental de espanhóis e italianos que não lhes permite fazer frente à pandemia do novo coronavírus, o primeiro-ministro reiterou a afirmação nesta sexta-feira. (...) “Pretender resolver a pandemia na Holanda se não o fizer em Espanha ou Itália, é não compreender nada”, disse o primeiro-ministro. (...)

Público (27/3/20)
A belíssima, antiga e esquecida arte de calar a puta boca um anaco.

Que maravilha, por favor.

Que maravilha, por favor.

Que maravilha, por favor.

Que maravilha, por favor.