Por volta dos 1950s (ainda que provavelmente vinham de antes) a bisavó Dulce -"a avoa da aldea"- dizia estes versos quando a alguém se lhe recriminava nom estar à altura das circunstâncias:
Cuando yo me embarrancara
fuera con gente de rumbo
pero contijo, desjrasia,
ay de mí, ¡qué disirá el mundo!


O meu avô marinheiro ainda lembrava arredor de 2010 rimas como estas outras:
O mar enche
o mar devala
o mar, minha queridinha,
nom tem parada


Chamastes-me cachorrinho
eu nom lhe mordim a ninguém
e se chamei na tua porta
foi porque te quero bem