Vérez versus Veres

Nom entendo este desenho de dados/processo por parte do INE:

Vérez versus Veres

Se nom distingue acentuados no input (ou os ignora), mal.

Pode que os haja registrados das duas maneiras? Em todo caso perde-se a possibilidade de os discriminar.

Se os distingue mas considera que som o mesmo, devia na resposta indicar a forma ortograficamente correta*, independentemente de existirem ambas na prática.

*As normas de acentuaçom em espanhol nom som ambíguas como sim a oscilaçom V/B, que nom responde a umha "norma":

Vérez versus Veres

Para o caso, a acentuaçom em espanhol e mais na norma oficial RAG-ILG do galego rege-se da mesma maneira, as formas corretas som:
Vérez (nom Verez)
e
Veres (nom Véres)

O mais chamativo da comparaçom é como a forma castelhana/castelhanizada foi mais intensamente implementada em Galiza...

Vérez versus Veres

... enquanto a forma galego-portuguesa (nom hai jeito a priori de saber a procedência geográfica, se galega ou portuguesa, da gente que leva o apelido nas distintas províncias espanholas) está presente sem maior problema em outras múltiples zonas do Estado.

E digo implementada porque as persoas nom podiam elas próprias escolher como se escrevia o seu apelido: se como falavam (com sesseio) ou com thetacismo (como sugeria a escrita castelhana). Primeiro porque muitas nom sabiam escrever e segundo porque nom tinham essa potestade.

Fórom primeiro os cregos, e depois os funcionários do Registro Civil, alfabetizados somente em espanhol e com esta língua como única oficial, quem punham por escrito os nomes de família dos galegos e galegas.

Nom som experto, mas quanto levo visto -e vai sendo algo- sempre evidencia umha inércia para passar de -es a -ez (e outros fenômenos análogos), nas mesmas linhas antroponímicas: as formas antigas conservam terminações galegas mas depois de um par de gerações vam-se castelhanizando até desaparecerem as precedentes; um caminho unidirecional de, por exemplo, avôs Veres a netos Vérez, por explicá-lo co nome que nos ocupa.