La historia, deshuesada con pérfida intención
La gobernanza, monopolizada
la cruz en la fachada, hipócrita ilusión
cultura y tradición, adoctrinadas
para seguir igual.

La sangre derramada, la reconciliación
y la solapa llena de medallas
La mente, lacerada, olvido y represión
la misera traición, enmascarada
para seguir igual.

Ya no sentimos dolor, ya nada ofende
y todo nos parece bien
Si sopla el viento a favor, nada sorprende
y todo nos parece bien,
Con el amparo de Dios, se sobrentiende
y todo nos parece bien

Insigne la cruzada, extinta la escisión
la mansedumbre está garantizada
dejando en la estacada el sueño y la intuición
la conmiseración ¡qué bufonada!
para seguir igual.

(Rosendo Mercado "¡Qué bufonada!")

O estranho caso do Dr Cotobade e Mr Cerdedo

Como dizíamos, tal parece a desconsideraçom oficial para as comarcas dos que mandam que se fusionam dous municípios (Cotobade e Cerdedo), pertencentes a duas bisbarras distintas, e no decreto (134/2016) que lhe dá forma legal a essa uniom nem sequer se molestam em dizer a qual das duas comarcas pertencerá o concelho resultante.

O estranho caso do Dr Cotobade e Mr Cerdedo
Fig. 1.- Detalhe de comarcas oficiais ao S.O. de Galiza, sem resolver o caso Cotobade-Cerdedo

Como a Junta de Galiza nom parece ter umha página oficial das comarcas perguntei hoje à Axencia Galega de Desenvolvemento Rural, que depende da própria Xunta e tem un mapa delas (Fig. 1) onde está sem resolver esta inconsistência. Quando me contestarem -se o fam- direi aqui o quê.

A criaçom do concelho Cerdedo-Cotobade, promovido em 2016 como resultado da uniom de Cerdedo (bisbarra de Taveirós) -comarca oficial Tabeirós-Terra de Montes- e de Cotobade (bisbarra de Terra de Montes) -comarca oficial, assim como partido judicial e mancomunidade de Pontevedra- passa por riba de qualquer interpretaçom das comarcas de Galiza que conhecéssemos antes, ficando o município resultante num limbo aparentemente irresolto.

O estranho caso do Dr Cotobade e Mr Cerdedo
Fig. 2.- Detalhe de bisbarras nom oficiais ao S.O. de Galiza

Considerando as bisbarras nom oficiais (Fig. 2) consigno-o para Terra de Montes (TO) porque de recorrer à alternativa, pondo-o em Taveirós (TV), o concelho de Campo Lameiro ficaria ailhado dos três restantes municípios de TO (Ponte Caldelas, Lama, Fornelos de Montes), o qual nom teria sentido.

O estranho caso do Dr Cotobade e Mr Cerdedo
Fig. 3.- Detalhe de comarcas oficiais ao S.O. de Galiza

No caso das comarcas oficiais (Fig. 3) nom se dá umha circunstância análoga porque Campo Lameiro está incluido na comarca de Pontevedra, de maneira que por lógica espacial-geográfica Cerdedo-Cotobade tanto poderia dar-se a esta última como á comarca de Tabeirós-Terra de Montes.

Nas bisbarras nom oficiais a de Ponte Vedra nom é umha opçom para Cerdedo-Cotobade porque nem o extinto município de Cerdedo nem o de Cotobade se ligavam coa bisbarra de Ponte Vedra, assim que a uniom de ambos tampouco teria lógica o pôr nela.

O que se vê com este caso Cotobade-Cerdedo é que as bisbarras nom contam com nengum amparo legal ou prático efetivo e que aos concelhos -lembremos, a comarcalizaçom nom é cousa deles, senom do governo galego- lhes avonda com terem em conta outras adscrições como áreas metropolitanas, mancomunidades ou partidos judiciais.

Se, a diferença de mim, és jurista ou expert@ na matéria, por favor contata-me, toda explicaçom ou correçom é bem-vinda.

Contratos em galego de hai 600 anos

"Documento 5: Torre Xunqueiras. Dominga Domínguez e María Pérez, con outorgamento do seu marido, Pedro Calmele, doan a Gonzalo López Dózon o quiñón do casal na Eira dos Galos. 1379, novembro, 15. 1 doc. en perg., 180,5 x 220 mm. Galego, letra gótica precortesá. Sign.:29380/31."

Era de mil e cuatroçentos e XVII años, e qontados XV dias andados de novembro. Conusçuda cousa seia que eu Dominga Dominguez e eu Maria Perez con outorgamento de meu marido Pero de Calmele, que esta presente e outorga, damos a vos Gonzalo Llopez Docon o noso quinnon do casal e formaulle de Eyra dos gallos e de campo da Eyra dos Gallos en doaço, asy como doaçon pode seren mays firme e mays valledeyra entre vyvos para todo sempre. Testemoinas Fernan de Fumyneo e Llopo do Llago, Fernan Martines e Afonso Branco e outros moytos.

Eu Fernan de Lema, notario jurado por noso señor el Rey en terra de (Signo) Nemancos, a esto presente foy e confirmo e meu nome e sinal fece quee tal e.


Era de mil e quatroçentos e desa e sete anos e qontados XVI dias andados de novembre. Sabean todos que eu Elvyra de Castelo dou e doo en doaçon a vos Gonsalvo Llopez Docon, por been e defindymento que de vos reçebo, a miña leyra de sobre llavillera que topa en hun dos cabyçeyros en no mormirral e outro vay contra o llago e a mynna lleyra de Llagares que yat sobre llo agro de San Martiño de Funteyna et yat de soaao en sobre llomar et yat entre Fernan de Fumyneo e Gonçalo Eanes Doçon. E mays vos dou a meadade de tres marrdes que yat entre eyra dos Gallos et de Gonçalo Eanes a par da parrede de eyra de Gonsalvo Eanes e vem da parede da Seara ata o portall do corrall de Gonçalo Eanes. E esto vos dou con outorgamento do meu marrido, Joane Gonçales, que esta presente, e outorgo para todo sempre e que non aga poder de rovogar en vyda nen morte. Testemuños Roy Doçon, Garcia Gonçales, Fernan de Fumyneo, Garcia de Nemancos e outros moytos.

Eu Fernan de Lema, notario de Nemancos por noso señor el Rey, a esto presente foy e confirmo

e meu nome e sinal pono que tal e. (Signo)


Fonte. Achado por pesquisa específica no Arquivo do Reino de Galiza, dá este resultado sem informaçom contextual ou ligaçom para imagem do original manuscrito. O nome Torre Junqueiras alude ao lugar de onde os técnicos o levárom para o ARG.

Tamém de Torre Junqueiras procede outro pergaminho de 1363 (Sign.:29380/37) que recolhe um aforamento entre particulares. J. E. Benlloch del Río transcreveu-no nas p.16-17 de Nalgures VI (2010):

Era de mill et CCCC et hun anos et o quod XXII dias dabril, sabam todos commo eu Martin Peres dito Gordo, morador en Sarantes, et minna moller Marina Oanes, que presente esta, confesamos et outorgamos que avemos a seer parçeyros de pan lavrar de vos Johan Fernandes, fillo que sodes de Fernan Carnyçeyro de Mogia, et de vosa moller María Oanes e de vosa vos en o voso casal que vos avedes en a Villa de Sarantes, que he en a friguesia de San Giao de Moyrame, por termino de IX annos primeyros syguintes que se començaran por dia de San Miguell de setenbro primeyro que ven. A saber que vos avemos a dar a terça parte de quanto pan lavrarmos en a vosa herdade et quarta do millo, e avemos de lavrar quanta herdade vos teedes et avedes en a villa sobredita que iaz en a chousura do agro, et prometemos e outorgamos de vos non poer sennor a rostro en este termino et avemosvos a fazer çerviço duas veses en o anno, por San Miguell et por entroydo, et hunna colleyta quando partiredes voso pan e hun porquo ou XXX soldos, et avedes a min a dar por benfeytoria hun boy et hunna oytava de pan, hunna capa ou sayo de voso corpo ou hun pano que seia de a niingun, a qual benfeytoria confesamos et outorgamos que avemos ja en noso poder et en noso jur. Et eu Johan Fernandes et a dita minna moller et nosas vozes avemosvos de quitar da moeda et da fosedeyra e doutro juizo mao, a salvo dereitos de meyrim, et avemosvos de erger IIIIe casas en a dita villa en este tenpo sobredito. Et fiido este tenpo que vos Martin Peres et a vosa moller et vosa voz que vos vades con vosas avenças et con vosos corpos quitos et desenbargados de nos et de nosas voçes, salvo se deverdedes (sic) deveda sabuda, que nola pagedes ante que ende saades. Et esto se deve agardar ontre nos so penna de cc morabedís que peyte a parte que o non conprir a parte que o conprir et agardar, et a pena levada ou non levada ho praço seia firme et vala. Testemuyas Fernan Oanes, monge de Moyrame, Fernan Rodrigues de Donila? et Estevo Nunes et Joan Coseyro et Johan Alvares et outros

Eu Roy de Verdaas notario por dom Fernan Ruiaga? de Castro no sou (sic) lugar de Mugia a esto presente foy et meu nome et sinal y ponno tal (Signo).


Note-se a conversom de datas: no documento supra "Era 1417" -38 = ano 1379, no documento supra "Era 1401" -38 = ano 1363.

As bisbarras galegas

Obviadas no itinerário educativo como entendo que o som no âmbito político, as bisbarras parecem-me o elemento geográfico essencial na estruturaçom do nosso país. Por muito que nom se estudassem bem na escola e se ignorem na prática -derivando determinados papeis quer para o nível superior (provincial), quer para o inferior (municipal)- dá-me a sensaçom de que as comarcas recolhem as verdadeiras partes orgánicas de Galiza; nom só na contiguidade natural, senom tamém nas relações sociais, económicas... mas @s expert@s dirám.

Em termos legais o artigo 40 do Estatuto de Autonomia dizia que se poderá (sic, que já é triste) reconhecer a comarca como entidade local com personalidade jurídica e demarcaçom própria. A partir daí a Lei 7/1996, o Decreto 65/1997, etc. Porém por muito que se recolham nominalmente no ordenamento jurídico provavelmente nunca as tenhamos percebido de jeito concreto e afinal parece que estamos organizados em províncias (essa sim que a vejo como umha estrutura alheia, e mais sendo 4 e nom 7) e daí para baixo diretamente em concelhos.

Tal parece a desconsideraçom oficial para as comarcas dos que mandam que se fusionam dous municípios (Cotobade e Cerdedo), pertencentes a duas bisbarras distintas, e no decreto (134/2016) que lhe dá forma legal a essa uniom nem sequer se molestam em dizer a qual das duas comarcas pertencerá o concelho resultante. Explico-o mais de vagar aqui.

É possível que tradicionalmente houvesse percepções intuitivas no povo galego de quais eram as comarcas e qual espaço geográfico abrangia cada umha, e com certeza eram percebidas e se correspondiam à vida e trabalho da nossa gente em cada regiom galega. Mas à hora de fixar límites ou fronteiras afinal hai sempre necessariamente um certo grau de arbitrariedade. Aqui vamos ver várias formas de interpretar a vertebraçom do nosso território.

A Junta de Galiza optou originalmente por umha disposiçom que é a que segue, com um total de meio cento de comarcas:





Curiosamente tam ou mais conhecida que essa organizaçom legal é a sugerida pola organizaçom Nós-UP a primeiros da década dos 2000, umha disposiçom que, por nom se cinguir ao espaço oficialmente concedido à Comunidade Autónoma de Galicia provocou protestos da parte espanhola. Promotores alegárom pretender "ultrapassar a visom quadriprovincial espanhola que hoje constitui" a C.A.G. considerando as partes hoje administradas por Astúrias ou Castela "territórios tradicional, cultural e lingüisticamente galegos". Anedota adicional foi que inadvertidamente esse mapa fosse tamém utilizado polos opostos ideológicos num vídeo publicitário.

O que se vê a seguir é essencialmente aquela disposiçom, ainda que variaram um pouco algumhas demarcações municipais e, principalmente, leva o milenário topónimo de Nemancos em vez desse invento do s. XX e tam fixado popularmente como é "A Costa da Morte". Assim como o primeiro mapa tem a toponímia oficial este outro leva-a em grafia reintegrada seguindo maiormente o "Manual galego de língua e estilo" (2ª ed., 2010). Eis o segundo mapa:





Além de disquisições políticas e debates entre umha fórmula e outra, reflete a ignorância das comarcas e da própria territorialidade o feito de que se podam redigir artigos jornalísticos sem nem sequer mencionar a certa existência dumha Galiza estremeira e já isso deveria dar que pensar sobre o conhecimento que temos da nossa própria história, da organizaçom "natural" do nosso país e da proximidade cultural, lingüística e mesmo afetiva com terras que se dim atualmente nom galegas.

Incidentalmente em 2017 a Associaçom Galega da Língua (AGAL) compilou umha lista cos nomes galegos de concelhos que para a minha ideia omite 31 municípios da Galiza estremeira, comete um erro (Vila de Cães nom é concelho) e deixa-me com um par de dúvidas toponímicas. Debulho aqui.

Florence and the Machine. Cosmic love @ KEXP



Pois umha das cousas que mais mágoa dá trabalhando com arquivos fotográficos é dar com imagens de persoas que já ninguém identifica, nem sequer os seus descendentes. Porque já faleceu quem escreveu no reverso "Recuerdo de mi querido padre" e nom podemos partilhar com essa persoa desaparecida mais que o sentimento por aquela outra. Afinal, todos desaparecemos e tamém a lembrança da nossa existência, mas um nome, umha data, som pequenos fios que nos unem a quem nos precedeu e, se quadra, a quem nos suceder.

Cinemas da Corunha na minha infância

A Murderer's Scruples

"Two priests of the little town of Cabo Corrubedo, province of Galicia, in Spain, long entertained a mortal hatred of each other. Eight nights ago, the younger of the two went out with his domestic, and waited at the corner of a street until the other priest appeared. They then stabbed him with a poignard until he fell dead. The two criminals were immediately arrested, it was not difficult to discover them, as the priest had by mistake left his own umbrella by the side of the corpse and had taken that of the victim. The domestic, when arrested, had his hands bloody, and the poignard with which the crime was committed was found in his pocket. On the tonsure of the murdered man the letters M. J. were cut. They are the initials of "Mary and Jesus," and it is a common belief in the province that if a priest be suddenly killed the cutting of these letters on his tonsure will save him from damnation. It is believed that they were cut by the priest from a feeling of charity."

From The North Wales Chronicle and Advertiser for the Principality (15/10/1853)
Só heroína dentro. A falta dela. Assaltou a padaria. Sem alento à carreira, apanhárom-no. Derom-lhe de almorçar ali.

As escritas dos idiomas mudam (IV)

Hai só um século "ella fué á la Coruña" era correto. Atençom a essas letras: é, á (acentuadas), l (em minúscula).

Em relaçom ao topónimo da Corunha em castelhano, nom sei a frequência nem a norma disto, mas era habitual que o L só fosse em maiúscula quando abria título ou iniciava frase. No resto dos casos, ou se omitia ou ia em minúscula, segundo procedesse.

Surpreende que isto coincide coa norma que atualmente seguimos em galego-português: "estivem no Porto", "fum ao Porto", mas o topónimo é Porto, nom O Porto (e muito menos Oporto como escrevem em espanhol).

Analogamente, o topónimo é Corunha, sem artigo. Ex. "estivem na Corunha" (nom "em A" nem "n'A") Ex. "fum à Corunha" (nom "a A").

Tendo aprendida da escola outra norma, talvez nos resulte mais chamativo "levei algo para a Corunha" (nom "para A ").

Ao que se chega é a incluir o artigo que vai co topónimo nos mapas, a seguir, em minúscula e entre parénteses: "Corunha (a)".

@emgalego: "Outras normas do galego tomam o exemplo castelhano e fam o artigo parte do topónimo (A Coruña, O Porto, As Pontes...), mas isso causa hesitaçons à hora de usá-lo numha frase (Veño de A Coruña? Veño da Coruña? Veño d'A Coruña?). Já agora, o correto nessa norma é 'Veño da Coruña'."

Contudo, remitindo-me de volta ao início sublinho que, lendo documentos antigos, mesmo hai certa relatividade nessa norma do espanhol.

P.e. no Diccionario Geográfico-Estadístico de España y Portugal (Madrid, 1826) escrevem Coruña como topónimo em espanhol (nom La Coruña).

Nas tabelas desse livro consta "Coruña". E nos textos redigidos o "la" precedente ao topónimo vai sempre em minúscula.

Singular discovery of a hermit

"A man has just been discovered who for several years has lived alone in the wild and deserted mountains of Cape de Gata, situated in the south-eastern extreme of Spain. Some years ago he was employed in a factory at Lugo, in Galicia, which is at the opposite end of the country to Cape de Gata. Becoming enamoured of his employer's daughter the passion was reciprocated, but the lady's parents had a rich suitor in view and the factory worker was discharged. Subsequently the couple eloped, but were overtaken, and when, a few months later, the disconsolate lover ventured to return to Lugo, he found the lady had married her parents' choice. In his despair he resolved to leave the country, and set sail for Algeria. The vessel was, however, wrecked, and he was tossed by the waves on to the shore of the desolate Cape de Gata. Here he remained ever since, and when seen a few days ago by a hunter, who had ventured into the country, he presented a savage-like appearance in his covering of wild animals' skins, and with hair and beard grown to an extraordinary length. All efforts to induce him to return to civilization were futile."

From the Evening Express, 9/9/1892
A nossa avoa (1907-2008) cantava:

Imos cantando, arruando,
imo-lo passando bem.
Se no-lo o mundo marmura
é coa *envídia que nos tem


A métrica da estrofa é 8-7-8-7:


imoskantandoaruando
imolopasandoben
senoloomundomarmura
ékuaenvidiakenostein


Sempre iam cantando, tamém agruando (esse 'g' dito como um 'h' aspirado), que é o mesmo que aturujar. Arruar entendemos aludia à rua, a ir de festa, de troula pola via. Envídia é um castelhanismo, por inveja. Quanto à última palavra é difícil dilucidar se é na forma singular "tem" [o mundo] ou "têm" [eles e elas], porque a diferença de pronúncia ten versus tein é subtil e em todo caso na fala da avoa as formas mais bem eram idênticas (el ten, eles ten), ambas com 'e' aberto.

À foliada de pandeiretas e ao baile tamém lle chamavam ruada, mas nesses versos supra o verbo arruar (4) corresponde à forma do substantivo arruada, passeio polas ruas.

Em "Se no-lo mundo marmura", 'no-lo' é umha forma combinada de dous pronomes átonos e vai numha posiçom infrequente: menos chamativo provavelmente nos pareceria "se o mundo no-lo marmura".

  • "no-" corresponde a "nos" (objeto indireto), se o mundo nos critica/censura [a nós]

  • "-lo" corresponde a "o" (objeto direto), se o mundo o critica [o nosso divertimento]

Feliz aniversário, Sr Moore

Libraries are so important at least to me because they've made me what I am in all sorts of ways. To me a library was a kind of temple of learning. I used to visit the libraries as often as I could, I used to stand in that strange little alcove where they had all the books upon sciences and hypnotism, the atmosphere was incredible and even in my dreams at night I would find myself in the library. That's how much it meant to me. It gave me a way out of the Spring Boroughs area and by extension out of any circumstances of deprivation in any area like that, it gave me the way to get out of there and to become the person that I am today where I can actually go back and help those areas. That is how much libraries mean to me! And if my work means anything to anybody out there then they shouldn't thank me for it, they should thank the institution of libraries that created me.


Alan Moore

Fonte Youtube
Via DIYCaptions
Ali os papeis nunca se molhariam de água salgada. Era 1 país q tinha o arquivo da marinha a 254 km do porto + próximo.