Know. Your. Fucking. History.

Com isto dos fanatismos futeboleiros um conta com que muitos se comportem como uns miseráveis (dá-se na política, nom se vai dar no futebol...) mas umha das cousas mais lamentáveis nestas jornadas convulsas tem sido ver celtistas que conheço negar ao Dépor a hipotética possibilidade (ainda por ver...) de se salvar administrativamente depois de que se lhe impedisse disparar, em legítima concorrência e em igualdade de condições coas demais equipas, a última bala que lhe restava -a do derradeiro jogo da competiçom-. Era o último recurso, a equipa chegava falta de forças e nem se lhe permitiu competir. Mas considerais que é injusto que ganhe no escritório o que nom deu assegurado no campo.

Sodes patéticos, uns verdadeiros perdedores, e nem sequer conheceis a vossa própria história. Eu sim, porque o vivim colado ao rádio:

Know. Your. Fucking. History.

Na véspera do funeral

em que acabará esta segunda feira se tudo decorre como por probabilidades se prevé, dá-me por pensar como o Deportivo fraguou a sua ruína: de Fernando Vázquez a Fernando Vázquez e, no meio, um buraco negro chamado Tino Fernández. FV deixou-nos em primeira, veu o outro escaralhar tudo, e às portas de 2ª B o retorno de FV nom foi suficiente para salvar-nos. Um lustro de decisões erradas encadeadas com um mesmo denominador comum: a incompetência que marcou a escura época do tinismo.

Negar a realidade nom ajuda a enfrontá-la. O Dépor nunca se adatou a Segunda porque a sua mente estava na Primeira e esse é um erro que te mata... salvo que tenhas a capacidade de retornares imediatamente à Primeira, como já fijo o Deportivo duas vezes nesta era, umha delas co recorde absoluto de pontos da história da competiçom.

Segunda é umha categoria complicada, com umha competiçom longa e extenuante, na qual hai que jogar cos esquemas de resistência física e mental precisos. Porém o Dépor, umha equipa demasiadas vezes ingénua e pusilânime, nunca tivo o sentido do ofício requerido -como sim outras equipas que nom entro a qualificar, como o Lugo-. Perdeu jogos contra rivais diretos, foi derrotado repetidamente na casa, e até quando enfrontava esquadras tecnicamente inferiores.

Escrevim isto o 23 de março passado:

Reconto brutal: resultados na casa 2014-2019 (4 temporadas completas, 1 incompleta):
  • 35% de empates
  • 35% de derrotas
  • 30% de vitórias

A onde vamos?


Agora sabemos: a Segunda B.

Por simplificar, Segunda joga-se com dez soldados e um dianteiro talentoso. O Dépor careceu da atitude adequada para a categoria em que estava, pensando que merecia estar em Primeira... quando isso nom se tem nunca a priori senom a posteriori. Esse mesmo erro deve-se evitar agora que vamos para a 2ª B, porque se continuarmos sem mentalizar-nos de onde estamos, baixaremos a Terceira e aí já desapareceremos -se nom antes-. Segunda nom é Primeira. Segunda B nom é Segunda. Co escudo nom se joga mas o escudo nom joga. Estudemos a categoria à que o tinismo nos levou enquanto sonhamos com que algum dia haja outro Lendoiro que, como el, aposte mais do que hai, lhe tusa na cara aos grandes e remova a corrupta e aborrecida mesa do futebol espanhol da qual tamém temos sido vítimas.

Por se fora pouco, o engendro sem pés nem cabeça que é o grupo ao que vai o Dépor, o I, fronte à estrutura dos demais:

  • Grupo IV: Andaluzia+Castela-A Mancha+Estremadura+Múrcia. Lógico
  • III: Aragom+Catalunha+Valência+Andorra. Ídem.
  • II: Rioja+Navarra+Euskadi+C.-Leom. Ídem.
  • Grupo I: Galiza+Astúrias+... Canárias!? +... Madri!? +... Baleares!? + ...Melilha!?
    Isto é, o grupo What-The-Royal-Fuck.


Contudo nom, nos arrependemos de nada. Seis títulos e a história, onde tamém estám o Karbo e o Orçám como base do Dépor feminino de hoje, além dum filial mais que centenário.

Melhor morrer depois de ter vivido que nom ter conhecido as alegrias que nós desfrutámos, por muito que o Dépor ameace neste preciso instante com passar de ser umha máquina de sofrimento a umha de infelicidade.

Diálogos verídicos x2

—Se se salva a categoria, Valerón vai para o Fabril
—A jogar?

—Anunciárom a camiseta da temporada que vem com umha foto de Manjarín e Alfredo
—Coas caras estampadas?

Vendo o jogo em que começou tudo...

Especial niños :____ cos moinas dos U/S ali

Miroslav Djukic.
Que futebolista.
Que monstro na sua posiçom.

Vendo o jogo em que começou tudo...

Poetry in motion
1 1 B e b e t o

A pancarta de Urkiola :____

Minuto 50. O gharbo.

Vendo o jogo em que começou tudo...

E acabámos em Quatro Caminhos, claro.
Aí atrás um indocumentado dixo que se "o Celta está en problemas, a afección apoia máis ca nunca" e que "se o Deportivo está en problemas, a afección pide dimisións e increpa."

Penso que nom minto se digo que nom tenho por hábito faltar-lhe ao respeito ao Celta nem à sua torcida, mas a quantidade de estupidezes deste pau que lhes levo lido a uns quantos esta temporada som para respostar.

Ontem por exemplo o Celta ia luitar para sair do descenso, umha eventual vitória teria-lhe permitido fazê-lo com dous pontos mais que o imediato rival. Jogava na casa e só foi capaz de empatar, saindo do descenso igualmente, só que ficando cos mesmos pontos que o Mallorca. A que vem isto? Co Celta numha posiçom tam comprometida e num jogo para cambiar tendência esperaria-se resposta do celtismo. Que aconteceu? Que Balaídos tivo a pior entrada da temporada. Podes-lhe buscar as escusas que che pete, mas é ridículo.

Comparamos umha assistência mais geral a Riaçor co estádio do eterno rival? E nom numha qualquer: a temporada 2013-14 foi a da melhor entrada dos celestes com 399.849 espetadorxs. Em primeira divisom. O Dépor estava entom em segunda divisom, qual foi a sua marca? 465.146. Sobram os comentários.

Avancemos no tempo, cambiou a tendência? Vamos à 2017-18, última competiçom de momento em que ambas equipas coincidírom na máxima categoria: Celta juntou 309.098 persoas... fronte às 392.058 do Dépor.

Tudo isto, apesar de que Vigo tem mais populaçom que Corunha.

Assim que olha, podemos medir a grandeza dum clube polo que se quiger (sim, os títulos som o primeiro baremo e nós #peroTenemosSeisTítulos), mas lições de fidelidade a umhas cores nom no-las pode dar qualquer.

PS: umha semana depois de ter escrito o anterior leio que o Dépor, estando em 2ª, ingressa mais pola bilheteira (4'8 milhões de euros que se mantêm na vigente temporada) que o Celta em 1ª (4'5 e descendo agora). A equipa corunhesa tem mais de 23.000 aderentes (os termos abonados e sócio nom estám no dicionário galego de futebol) enquanto a entidade viguesa anda polos 22.500, outra cousa que, a verdade, me resulta incompreensível.


A que arrola é a mão da avoa

<3
Sei più bella di un gol al novantesimo quarto sul El Molinón.
Me acuerdo de que mi padre, que tenía un Renault 12, cambió el coche solo para venir a verme a Barcelona, por el qué dirán, y se compró un Suzuki Bareno que todavía lo estará pagando. Cuando entramos en Barcelona por Diagonal nos parecía Nueva York. Yo pensaba: «Hostia, a dónde me llevan».


Preciosa entrevista a Joan Capdevila, para ler inteira.

Llegamos al estadio y dos horas antes del partido todavía estábamos peleando con Lendoiro por las entradas. Hubo un lío con las invitaciones, que no nos habían dado las que eran, y llegamos a decir que o nos daban las entradas que nos habían prometido o no salíamos al campo. No sé cómo, dos horas antes aparecieron todas las entradas. Esa pelea que tuvimos con Lendoiro nos hizo salir al campo enrabietados. Hay unas imágenes, que en el minuto 5 o 6 cae uno del Madrid al suelo y van dos o tres a por él… salimos a competir de una manera… Estábamos ahí pensando: «Me cago en las putas entradas estas, al que pille por delante lo reviento». Y resulta que el que se nos cruzó fue el Madrid [risas]. Luego fuimos a celebrar el título al restaurante que tenía reservado el Real Madrid. Estaban las camareras quitando las banderitas blancas de la mesa a toda prisa.


Que maravilha quando quem fala sabe do que fala. E o que entrevista tamém, e sabe quando aportar -perguntando- e quando calar e deixar o entrevistado falar. Umha arte que persoalmente ainda tenho por aprender.

Agradeço as lágrimas que me saltárom de tanto rir em vários momentos:

¿Cómo viste la ocasión de Robben?

Yo iba detrás de él, fui el que mejor lo vio de todo el planeta. Sin pagar entrada [risas]. Le grité: «¡Kiricocho!».

¿Cómo?

Kiricocho. El segundo de Pellegrini, Rubén Cousillas, cuando teníamos una ocasión en contra, decía «kiricocho», que es un mal fario para el rival. Se me quedó grabado. En esa jugada, a Piqué le pasó por debajo de la pierna, no sé por qué, pero el otro cuando arrancó la moto yo ya no llegaba. Solo me quedó correr a la desesperada y decirle «¡kiricocho!». Y va y la falla, tío. Rubén Cousillas tenía muchas manías, antes de cada partido se encerraba en los cagaderos y empezaba a rezarle a la Virgen…
BD porque Chaland.

Música porque Strummer.

Futebol porque Djalminha.
Lambretas, rabonas, folha seca, Panenka, canetas... Djalminha é o mais grande que tenha visto num campo de futebol.

Só para futeboleir@s

A raiz de conversas várias com um amigo interessado no palmarês* das equipas estivem petiscando aqui e alá na Wikipedia (agora que está todo o mundo sob o "efeito Leicester"). Desculpai aí se errei em algumha conta ou leitura:

Hai unicamente treze equipas ainda existentes -olho ao Real Irún- que tenham algum título oficial de rango estatal e estes som os anos em que conseguírom o seu primeiro (obviamente todos os seus títulos continentais, quem os tem, vinhérom mais tarde):

Athletic 1903
Madri 1905 (dous anos mais tarde)
Real Sociedad 1909 (+4 anos mais tarde)
Barça 1910 (+1)
Real Irún 1913 (+3)
Español 1928 (+15)
Sevilha 1935 (+7)
Betis 1935 (+0)
Atlético 1940 (+5)
Valência 1941 (+1)
Saragoça 1964 (+25)
Deportivo 1995 (+31)
Maiorca 1998 (+3)
...+18...

Os períodos mais longos sem umha equipa nova estreando o seu palmarês forom co Real Zaragoza (depois de 25 anos) e co Dépor (31, que barbaridade). Desde hai 18 anos nengumha equipa nova ganha nada (!) ...e ainda contando, porque este ano tampouco.

Como é de popular conhecimento, só hai nove equipas que ganhassem a liga. Mesmo, se obviamos as do Betis (no '35) e Sevilha ('46), em SETENTA anos só ganhárom sete equipas distintas.

Agora, e se comparamos co calcio...? Quereis saber quantas som em Itália, por exemplo? Alucina: 16

Em Inglaterra? Alucina mais: 24

(... e isso é só considerando as ligas!)

Quanto aos números em competências espanholas, dacordo coa classificaçom histórica da Liga nesta altura a 3ª esquadra depois dos "dous de sempre" é o Valência. E por número absoluto de títulos estatais e internacionais o 3º ainda é o Athletic. É curioso que em ambas métricas o Atlético de Madrid é o quarto e nom o terceiro, como muita gente esperaria. Nom será por dinheiro! Porque por limite salarial foi no último ano o terceiro maior, com diferença. O Depor, o penúltimo.

Coa deste ano, ao Barça só lhe faltam 8 ligas para igualar a marca atual do Madri.


* sim, já sei, a forma seria prémios/prêmios mas gosto do galicismo palmarès

"Para nós sempre serás o mellor"

E se o Dépor quigesse alinhar Verónica Boquete?

(e ela tamém, entenda-se)

O futebol jogado por mulheres nom dá dinheiro porque nom se inviste nel é umha obviedade e gostaria que fóssemos um bocadinho mais adiante que umha premisa tam simples. Sobretudo porque qualquer cousa na que se invista escassamente é provável em geral que dê pouco dinheiro e atraia pouco interesse. Mas se falamos de desportos, e mais precisamente de desporto profissional, essa regra de ouro pode-se aplicar a qualquer disciplina: por exemplo eu podo afirmar que as traínhas nom dam dinheiro porque nom se inviste nelas o que se deveria. O que é mais, nom é só questom de investimento de dinheiro senom tamém de investimento monetário indireto (ou direto em outras cousas, como o tempo de cobertura informativa e o apoio simbólico por parte dos poderes públicos): quero dizer que se jogos desconhecidos para o gram público fossem devidamente promocionados polos canais televisivos -já nom digo mais, mas polo menos os públicos- o seguimento deles cresceria. Neste sentido, temos um caso de atençom nos desportos tradicionais em Euskadi, inimaginável fora de ali.

Eu estimo os desportos e especialmente o futebol, mas hai dous rasgos cos que nunca acabarei de estar de acordo. Primeiro, a excessiva mercantilizaçom derivada da loucura económica que rege os grandes jogos (subscrevo o lema Odio eterno ó fútbol moderno que lhe vim luzir aos Riazor Blues), e com ela, a máfia do traspasso de jogadores, das apostas ilegais, dos amanhos, do amparo das grandes esquadras em detrimento das pequenas, da ludopatia derivada das apostas legais em Internet, e mil cousas mais. Segundo, a separaçom por sexos, como se na vida homens e mulheres nom pudéssemos fazer o que for juntos e mesturados. Que é isso de que, se umha equipa de primeira divisom quer alinhar umha mulher nom o poda fazer por proibiçom expressa? Que classe de estupidezes assumimos como normais nesta altura do século XXI? Porque a segregaçom por gêneros é umha herdança cultural rância a extinguir, e os desportos -mais, outra vez sim, os profissionais- modelos de conduta para a sociedade à que se limitam a entreter (outro dia se quereis falamos do panem et circenses). Como consequência, o uso que se figer dos jogos públicos responde à filosofia material (o físico das persoas, a sua saúde, a prática de exercício, etc) e imaterial (a conduta particular, o comportamento social) que com eles se quiger promover... e aí colhem verdadeiros antagônicos.

Abstenho-me de entrar no argumento (falaz?) que nos gravárom a fogo desde a infância de que os homens som mais fortes que as mulheres e em qualquer jogo misto as equipas escolheriam sempre os primeiros, ou que num jogo de tenis a nº1 do mundo nunca poderá bater ao nº1 do mundo. O feito é que existe discriminaçom por sexo no desporto e, em particular, no futebol profissional e amador, como descreve J. Oriol da Faculdade de Direito da U. Pompeu Fabra. Assim que me centro no que me parece fundamental: que nom se pode fazer, que está proibido (WTF), independentemente do nível de acerto que os machistas aprioristas fixarem para segundo quais disciplinas... O que me importa e me molesta é esse recorrente fenômeno cavernário polo qual a umha menina ou a umha moça se lhe proibe jogar coa sua própria equipa, algo inaudito que só um ente saído das tebras dos tempos, neste caso a Real Federación Española de Fútbol, poderia concebir como justo e ajeitado. Claro que, que vamos aguardar de um país em que o dinheiro público sostém a educaçom privada em geral, e a educaçom privada segregadora por gêneros, em particular.

Entom sim, aqui investe-se pouco em futebol feminino e assim um talento de escala internacional como a compostelã Verónica Boquete acaba trunfando em equipas dos EUA, Rússia ou Suécia, quando paradoxalmente de miúda nem sabia da existência de competições de alto nível para mulheres (lógico ignorá-lo! quando se viu tal cousa na TV?).

O panorama é tal que nem conhecemos a nossa própria história, a história das nossas mulheres: na cidade da Corunha, na década dos 20 do s. XX houvo umha porteira mui popular que jogava em equipas masculinas, chamava-se Irene e chegou a dar nome à sua própria esquadra. E quantos sabemos que a primeira liga que ganhou o Dépor... foi a feminina? O Karbo Deportivo estava considerado nos primeiros oitenta a melhor equipa a escala estatal.

E se o Dépor quigesse alinhar Verónica Boquete?

Hoje em dia existe a competiçom para senhoras, co seu próprio Barça ou Athletic, mas no relativo a meter-se em assuntos de homens atualmente nom se chega ao caso da porteira Irene de hai cem anos: apenas hai mulheres no rol de juiza (caso de Amy Fearn) em jogos de homens ou de treinadora (a experimentada Helena Costa anunciara-se tamém para esquadra masculina em França, mas ela renunciou). E apesar de o jogo em si estar aínda vetado, o sexismo continua ensinando o dente, quer por comentários contra mulheres em rol de árbitro (caso da inglesa Sian Massey) quer no de fisioterapeuta (a gibraltarina Eva Carneiro empregada no Chelsea).

Apesar de tudo, as mulheres querem jogar ao futebol, nom em vam de 1994 a 2008 em Galiza passou-se de seis a quarenta e umha equipas. Embora a finais dos 90 se anunciar a legalizaçom do futebol misto -unicamente nas competições organizadas pola federaçom autonômica- os jogos juntos parecem na prática relegados a convocatórias nom oficiais, como a que honrou a seleçom nacional de Galiza fronte ao Sahara hai um par de anos, incidentalmente coa própria Vero Boquete como convidada estrela. No plano cotiám, mesmo no hipotético caso de que, apesar das facilidades legais, as mulheres preferissem jogar com mulheres e nom com homens, tamém estaríamos, na minha forma de ver, diante de um problema cultural a superar.

E se o Dépor quigesse alinhar Verónica Boquete?

E nom, nom pensemos que o problema da segregaçom é único do Association Football, porque a autoridade do gaélico diz-se-que o de homens e mulheres juntos o havia que ver (consulte-se fútbol gaélico en Galicia e Peil Abú)... só resta dizer que viva a Liga Gallaecia ^__^

(E nom, nom pensemos que o machismo só existe nos jogos físicos: nos desportos eletrónicos tamém campa a discriminaçom, a violência verbal e a segregaçom por sexos)
quem sabia que o depor fora campiom de liga nos 80?

私のアイドル ❤ ❤ ❤

私のアイドル ❤ ❤ ❤

¡¡Qué grande sos, Diego!!

orgásmico

Minuto 47 da segunda parte. Celta 2 - Depor 2. Depor lança falta sobre a área. GGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL