Gantt em Calc

Como criar um modelo radicalmente simples (nem abordo demoras em cada conceito -vid coluna A infra-) para um diagrama de Gantt no programa Libre Office Calc. Parto destas instruções para Microsoft Excel.
  • Criar na folha estas colunas:
    • A = Conceito (p.e. labor)
    • B = Data de início DD/MM/AAAA
    • C = Data de finalizaçom
    • D = C-B (número de dias). Alternativamente D pode ser entrado manualmente e entom é a coluna C a derivada: C=B+D
  • Selecionar as colunas A, B (co rato), D (ctrl+setas+barra de espaços):
    • Inserir gráfica de tipo Barras empilhadas (.pt; amontoado na .gal)
    • Na gráfica, dobre click sobre o Eixo Y > opçom Números > Categoria: Data
    • Dobre click sobre o Eixo X > opçom Escala: ligar a opçom Direçom inversa
    • Dobre click sobre as barras correspondentes à data (as da esquerda), escolher-lhe como cor o branco para que desapareçam, ou jogar coas transparências

  • Note-se que a eiva do Excel para datas (limitado a partir de 1900) comprovei que tamém a tem o Libre, de maneira que se necessitares traçar atividades anteriores ao século XX hai que solucionar doutra maneira. P.e. se co método supra representas:
    • Atividade A do 15/12/1898 ao 07/11/1899
    • Atividade B do 22/11/1899 ao 09/07/1901
    entom infelizmente a gráfica vai talhar ambas polo início do século, mostrando este comportamento anómalo:
    Gantt em Calc
    Um remendo é a traslaçom de datas, sumando cem anos a cada umha delas:
    Gantt em Calc
    nom obstante:
    • para o dissimular, é preciso trocar o formato de data do Eixo Y de DD/MM/AAAA para DD/MM/AA;
    • hai que dar-se conta que este atalho introduze um pequeno erro:
      • do 15/12/1998 ao 07/11/1999 vam 327 dias, os mesmos que de 15/12/1898 ao 07/11/1899;
      • porém do 22/11/1999 ao 09/07/2001 vam 595 dias e nom 594 como do 22/11/1899 ao 09/07/1901
    • (à parte, todo o sarilho de câmbios de calendários ao longo da história etc.)

Captura manual do vídeo que JW oculta

Às vezes queremos ter um jeito fácil de descarregar vídeos de Internet sem precisarmos instalar software específico. Alguns webs especializados como Keepvid.com dam modos fáceis para sites comuns p.e. Youtube.

Porém outros sites nom o põem fácil. O método de inabilitar o Flash nos complementos do navegador e que o erro na recarga desvelasse o ficheiro .mp4 já nom funciona em webs que fragmentam o vídeo. CRTVG é um deles, usa atualmente o JW Player 7.12.1

http://www.crtvg.es/informativos/o-deportivo-non-foi-rival-para-o-barcelona-na-sua-visita-ao-camp-nou-4-0

Contudo hai um jeito caseiro de descarregar: olhando o código fonte, localizando o .mp4

http://ondemand-crtvg-origin.flumotion.com/videos/00/1096/1096_20171219131404.mp4

... que se tentássemos descarregar como tal, diretamente, daria "Internal Server Error".

Desse URL podemos tirar a lista de reproduçom e o bloco adicionando os seguintes sufixos:

http://ondemand-crtvg-origin.flumotion.com/videos/00/1096/1096_20171219131404.mp4/playlist.m3u8
http://ondemand-crtvg-origin.flumotion.com/videos/00/1096/1096_20171219131404.mp4/chunk.m3u8

Ambos se podem abrir com um editor de texto simples. O chunk neste caso é:

#EXTM3U
#EXT-X-VERSION:3
#EXT-X-TARGETDURATION:12
#EXT-X-MEDIA-SEQUENCE:0
#EXTINF:5.4,
n_0_0_0.ts
#EXTINF:5.12,
n_1_0_0.ts
#EXTINF:9.56,
n_2_0_0.ts
#EXTINF:6.8,
n_3_0_0.ts
#EXTINF:9.56,
n_4_0_0.ts
#EXTINF:7.36,
n_5_0_0.ts
#EXTINF:10.4,
n_6_0_0.ts
#EXTINF:6.8,
n_7_0_0.ts
#EXTINF:8.4,
n_8_0_0.ts
#EXTINF:7.44,
n_9_0_0.ts
#EXTINF:9.84,
n_10_0_0.ts
#EXTINF:6.84,
n_11_0_0.ts
#EXTINF:9.96,
n_12_0_0.ts
#EXTINF:6.68,
n_13_0_0.ts
#EXTINF:10,
n_14_0_0.ts
#EXTINF:7.92,
n_15_0_0.ts
#EXTINF:10,
n_16_0_0.ts
#EXTINF:6.56,
n_17_0_0.ts
#EXTINF:10,
n_18_0_0.ts
#EXTINF:10,
n_19_0_0.ts
#EXTINF:6.6,
n_20_0_0.ts
#EXTINF:8.16,
n_21_0_0.ts
#EXTINF:8.44,
n_22_0_0.ts
#EXTINF:10.96,
n_23_0_0.ts
#EXTINF:7.2,
n_24_0_0.ts
#EXTINF:9.36,
n_25_0_0.ts
#EXTINF:6.52,
n_26_0_0.ts
#EXTINF:9.56,
n_27_0_0.ts
#EXTINF:11.36,
n_28_0_0.ts
#EXTINF:6.88,
n_29_0_0.ts
#EXTINF:8.4,
n_30_0_0.ts
#EXTINF:7.8,
n_31_0_0.ts
#EXTINF:7.64,
n_32_0_0.ts
#EXTINF:7.64,
n_33_0_0.ts
#EXTINF:9.32,
n_34_0_0.ts
#EXTINF:5.397,
n_35_0_0.ts
#EXT-X-ENDLIST


... contendo pois as referências aos microvídeos correlativos n_0_0_0.ts
a n_35_0_0.ts

... os quais se podem descarregar com curl, wget, etc. e concatenar co mágico FFMPEG

https://trac.ffmpeg.org/wiki/Concatenate

Um caso simples para poucos ficheiros nom precisa a assistência nem dum ficheiro de texto auxiliar:

ffmpeg -i "concat:n_0_0_0.ts|n_1_0_0.ts|n_2_0_0.ts" -c copy output.ts

VLAN é o melhor reprodutor de vídeo que tenha usado jamais e já reproduze os .ts sem conversom, mas caso de querermos o ficheiro resultante em .mp4 hai conversores de formato em linha com só googlar.

Por que Google nom usa as Creative Commons?

Por que Google nom usa as Creative Commons?

Nom entendo por que Google nom usa aínda as licenças Creative Commons para categorizar por exemplo as imagens que tem indexadas. Parecem-me bastante menos ambíguas as CC que o método do pesquisador.


Tento perceber as implicações de cada umha das 4 filtradas possibilidades:
R = reutilizaçom
M = modificaçom
C = comercial


Qualquer informático pensaria em termos binários e consideraria de entrada 23, 8 opções (0=nom, 1=sim):
R M C
0 0 0
0 0 1
0 1 0
0 1 1
1 0 0
1 0 1
1 1 0
1 1 1


  • "Etiquetadas para reutilização com modificação" corresponderia a 110 e 111? ou só a 110 optando pola suposiçom mais conservadora?

  • "Etiquetadas para reutilização" corresponderia a 100, 101, 110 e 111?

  • "Etiquetadas para reutilização não comercial sem modificações" deve ser claramente 100.
    o qual fai que esta opçom seja um subconjunto dos casos sinalados no ponto anterior...

  • "Etiquetadas para reutilização não comercial" entendo corresponderia estritamente a 100 e 110. porém devemos de novo optar por supor (e aí reside de novo a ambiguidade) que a opçom conservadora é mais recomendável? e que esta "pseudo-licença" inclui só 100 (e nom 110)?

De verdade, havendo http://creativecommons.org/licenses/?lang=pt é que nom o entendo.


E à parte do sarilho de entender sem lugar a ambiguidades o que Google quer dizer, está o caso hipotético de que tenhas que consensuar licenças "de Google" coas CC... necessitarias um "tradutor" ou umha tabela de correspondências... que léria.


para umha resta? −
para separar ano de nascimento e morte? –
para um resultado desportivo? idem
para acreditar umha cita? —
para esse tipo de subordinada final — em inglês? idem
os pontos suspensivos? …
para umha cita? “ ”_
(e as vírgulas e pontos finais vam antes do segundo)
aspa simples em inglês? ’
etc

por Amit Agarwal via @quenerapu

Sobre Bitcoin

Ao ver esta conversa a dous no FB pareceu-me mais que interessante e solicitei a ambos contertúlios poder publicar aqui.






One of the things I like the most about bitcoin is how much it shows and represents the failure of libertarian economic principles and how fascinating it is to see people crashing into that reality.

RIP Mt.Gox

Isn' mtgox just one of the many bitcoin exchange markets available?

Was but yes it was the biggest among 3-4 big players

The point is that it exploded, wiped out people's money to the tune of 6% of the total of all bitcoins and nothing's going to happen to anyone because of a lack of regulation

And all the libertarians now are talking about introducing "market based regulation"

Cue "go back to play Magic" lol

I still have to read about what happened to the market so I can't comment seriously yet

Por cierto escribí un tocho en el muro de un amigo sobre esto y voy a aprovechar para soltarlo aquí porque explica mejor todo esto

Bitcoin como idea y tecnología está guay pero así que empezó a subir de precio un montón de dementes y especuladores se subieron al carro. Después subió aún más de precio y todos empezaron a decir que eran "libertarios" y "estatista" se convirtió en el peor insulto en la comunidad bitcoin, que empezó a rayar en la esquizofrenia.

En los últimos meses han:

  • el FBI ha desmantelado silk road, un mercado de productos ilegales ("nuestro frente de resistencia contra el estado opresor!"), interviniendo como 1 millón bitcoin

  • Un tío monta silk road 2, la gente se pone a vender drogas otra vez ("no pueden parar la sed de libertad!"). Un día el tío dice que le han hackeado, coge todo el dinero del sistema (al cambio unos 2 millones de euros) y desaparece. Tupido velo.

  • MtGox, el exchange más grande peta, 700K btc robados o perdidos

  • incontables hackeos, timos y problemas que se ignoran y se llama estatista a todo el que lo dice


En este punto la cosa es hasta divertida. Cuando ves que alguien ha perdido 100000 euros en un timo que en el mundo real no pasaría gracias a leyes de garantías y regulación, en vez de decir "vaya, ahora entiendo porque hay regulación", esta gente se inventa una película todavía mayor, que si esto ha pasado por culpa del gobierno bloqueando noseque, que si en un mercado libre la regulación pasa orgánicamente y noseque. Mientras tanto se estima que el 20% de los btc en circulación son robados de algún sitio.

Yo por mi parte me muero de risa viendo toda esta mierda. Pero por otra parte estoy deseando que bitcoin muera para poder sacar del medio esta estúpida captura idelogica de una idea técnica y poder empezar a pensar en como evolucionar y usar esta tecnología en el mundo real.

No se puede impedir que la ideología crezca con la tecnología. Está claro que con cualquier sistema nuevo la gente buscará maneras de explotarlo y aprovecharse (cualquiera que haya practicado con economías virtuales antes, p ej. En videojuegos está al tanto de esto)

La cosa no es tanto que no haya regulación y exponerse a todos los peligros, sino construir un nuevo tipo de regulación para un nuevo tipo de dinero.

Y a la tecnología ya se le está dando uso (o consecuencia) aparte de las namecoins está también el cambio que supone tener todos esos asics y fpgas flotando por ahí en la potencia hashing y por tanto la seguridad de los passwords y todo eso

Yo creo que el concepto de dinero basado en criptografia tiene futuro, pero bitcoin espero que no. Bitcoin como protocolo o implementación ha sido un gran primer paso, pero necesita mejoras (como todo software). Bitcoin como el blockchain, todos los bitcoins que hay en manos de gente ahora mismo, es un puto desastre y la gente tiene que sacar la cabeza del fondo de su orificio anal.

Que tiene bitcoin específicamente que te haga decir eso?

Bitcoin como tecnología o bitcoin como blockchain (la cadena de transacciones). La distinción importa porque si el problema es el estado del blockchain no la tecnología simplemente reseteando se podría arreglar

Eso es lo que te pregunto. Dices que las criptodivisas tienen futuro pero que bitcoin en concreto no quieres que prospere. Por qué razón?

Es que la respuesta puede ser muy larga y estaba intentando acotar a ver que tipo de problemas te interesaban. Hay muchos. Por poner uno significativo que afecta al blockchain: antes de nada fijate que "triunfar" en bitcoin significaria que todo o una gran parte del comercio mundial se pasa a bitcoin, con lo cual el cambio btc/$ seria altisimo, seguramente cientos de miles de $ por btc o mas, ya que solo puede haber 21m btc (menos en realidad). Ya estan repartidos la mitad de esos btc. Y quien los tiene? pues muchos los tiene el inventor (Satoshi). Muchisimos otros han sido robados, osea que los tienen criminales. Y muchos mas los tienen "early adopters", frikis que experimentaron con la tecnologia, algunos un par de dias pero en el momento correcto. Quieres ir hacia un mundo en el que mas del 50% de la riqueza este en manos de esta gente? si uno se queja de que la riqueza esta mal repartida hoy en dia, no se me ocurre una idea mas esquizofrenica que bitcoin.

esto demuestra que el blockchain, que es sagrado e intocable, esta ya guarreado, habria que volver a empezar pero para eso hay mucho interes, impedimento, especulacion y otras monerias que quitarse de encima

y despues hay pegas al protocolo en si, mas tecnicas. Es demasiado publico, es demasiado lento, gasto de energia en nada util, etc.

No estoy convencido de que gran parte del comercio mundial tenga que ser bitcoin para que esta triunfe. No es el comercio mundial actual basado en un montón de divisas, o en bienes valiosos?

Si realmente se adoptase para el comercio mundial se iría repartiendo entre los comerciantes de todos modos.

No veo por qué el limite de bitcoins y que el cambio se vuelva altísimo vayan a ser un problema, las bitcoins son infinitamente divisibles y el valor de éstas no viene de la nada.

No entiendo a qué te refieres con lo de que es demasiado público. Para que cualquier método de encriptación sea realmente seguro y fiable, tiene que ser 100% abierto y open source. Si el código de bitcoin fuese cerrado y propietario de Satoshi o de Bitcoin Company o lo que sea, entonces sí que habría que sospechar.
Sobre lo lento, no estoy seguro. No es una de las ventajas de Bitcoin que las transacciones son prácticamente instantáneas? Se ha vuelto lento con el uso? La verdad es que no estoy al tanto.

Estoy tentativamente de acuerdo con lo del consumo de energía (aunque es útil en el sentido de que mantiene el blockchain y todo el sistema), pero sin tener un contraste con el consumo de energía que cuesta mantener todas las instituciones financieras actuales y sus servicios cuesta ponerlo en perspectiva y saber si es muy alto o no. De momento dudo que un minero chino de bitcoin gaste más luz que todos los cajeros automáticos de una sola entidad bancaria mundial.

Si bitcoin se empieza a usar (triunfa), estas haciendo que un numero muy reducido de gente, muchos de los cuales son especuladores irresponsables suertudos o black hat hackers tengan un capital que hace parecer a Bill Gates de la cocina economica. Me parece increiblemente injusto y estupido. No es mucho mejor tener una criptomoneda que no recompense a quien fue suficientemente espabilado para hacker mtgox?

Publico: me refiero a que todas las transacciones son traceables. Imaginate un mundo en el que todo lo que haces con tu tarjeta de credito se publica en internet. Eso es bitcoin. Una vez que se empiece a usar y gente lista empiece a tirar machine learning al blockchain y haya un par de filtraciones de datos puedes estar seguro de que casi todas las direcciones y bitcoins se podran asociar con alguien. A mi esto me parece inaceptable.

Lento: si haces una transaccion y quieres al menos un par de confirmaciones puedes estar esperando 15 minutos hasta tenerlas (y lo ideal serian 6 pero eso tarda una hora o asi). La gente recomienda 0 confirmaciones, que es inseguro, cuando compras algo. Y esto cuando todavia es usado por 4 gatos, ya no escala, me parece patetico, se necesita un protocolo mejor. Ademas el blockchain es necesario para poder operar el cliente y ya ocupa 16gb. Es una locura.

La justificación es que los early adopters estaban corriendo un riego con un concepto todavía muy nuevo, me parece justo que sean recompensados mucho más que los que se apuntan al carro cuando está la cosa ya establecida. Otra cosa son los especuladores y criminales pero "perhaps the same could be said of all religions"

que riesgo ni que cojones, lo unico que hicieron es minar cuando era tirado y conseguir un bloque

Y?

pues que no es "justo" que un tio que jugo con una tecnologia un par de dias o un tio que especulo con 100 euros cuando la cosa valia dos duros ahora tengan un hipotetico 5% de la fortuna mundial, es como aupar a los especuladores mas chungos de la bolsa

No creo que la fortuna mundial funcione como dices. Bitcoin no existe aislada.

Lo del machine learning es pura especulación y en todo caso las identidades se revelarían si en el último eslabón hay algo que las conecte

digo en el caso hipotetico de que bitcoin llegue "to the moon" como les gusta decir, provocaria una reparticion de riqueza muy escorada y en las manos de mucha gente cuestionable.

Lo del machine learning ya ha pasado a ciertos niveles. Hay gente que se dedica a examinar el blockchain y tracear cosas y es posible descubrir identidades. De hecho a no ser que tengas conocimientos avanzados y practicas de seguridad muy serias, es bastante facil tracear bitcoins.

Pero es que para que llegue to the moon tiene que circular por el mercado, que es lo que les da valor a la bitcoin para empezar. Si todos los capos de bitcoin se ponen de acuerdo para almacenar, el dinero se estanca

No creas. Piensa en el dinero que desaparece por carteras perdidas. Ese dinero esta perdido para siempre, y se supone que hay mucho. Lo que esto provoca es que el dinero existente valga mas, pero se puede hacer exactamente el mismo negocio que antes, porque el dinero es infinitamente divisible como bien decias antes.

Ahora piensa que alguien como Satoshi, que tiene millones de btc pero nunca los ha movido, es casi como si esos coins estuvieran perdidos. El mundo puede seguir haciendo negocios como si no existiera y bitcoin puede seguir subiendo y subiendo. Pero un dia llega el tio y zas los cambia, o compra un pais, o lo que sea.






Para saber mais sobre Bitcoin, este didáctico artigo.

Salvar um *.accdb como *.mdb pode resultar impossível se se usárom funcionalidades posteriores às próprias das versões antigas do programa. Dado que nom salta diretamente a possibilidade ao salvar como, eis como fazer quando nom hai inconveniente nas características da BBDD a converter:



  1. Abrir o Access, na imagem infra o 2010 em espanhol

  2. Abrir a base de dados guardada no ficheiro com extensom .accdb

  3. Ir a Archivo > Guardar & Publicar

  4. Na parte superior direita Guardar base de datos como escolher umha opçom, quer a 2002-2003 quer a 2000

  5. Calcar no botom quadrado da direita Guardar como

  6. Na janela de diálogo Guardar como já deve sair Tipo: Base de datos de Microsoft Access (2002-2003) (*.mdb)



Mais informaçom en Microsoft.com

para todos esses trapalheiros que se dedicam a subir a internet supostas guias de como fazer transparente o fundo de umha imagem e o que usam é a -para isto- inútil varinha mágica: assim é como se fai.

umha das cousas das que nom gosto de facebook à parte de todas as óbvias (ser um dos cortelhos da nsa sem ir mais longe) é que gente talentosa o adoita empregar para dar saída a trabalhos originais. às vezes como primeira origem e às vezes -para mim pior- como única origem. de maneira que, neste último caso, se nom tens essa persoa agregada provavelmente nunca descobras esse conteúdo. pode que nom lhe dêem demasiada importância ("obras menores", "bosquejos", provas, etc) mas se valoram a publicidade do seu labor e a permanência da sua acessibilidade via web talvez os artistas deveriam ponderar alternativas. a filosofia que me parece se desprende da operaçom de fb é de converter o seu sítio em destino da informaçom (p. ex. partilhar notícias e cousas interessantes de outros sítios) e nom fonte (no sentido de fonte partilhável para fora e indexável em motores de pesquisa tipo bing ou google).


porém desde hai tempo o que fagas em tumblr ou em twitter pode-che sair no teu perfil de fb automaticamente (e twitter e tumblr podem replicar-se mutuamente entre elas as duas) mas fb resulta de entrada mais fechado, um internet com marcos de leira.


entendo que os artistas interatuem em conversa em fb, mas se usassem qualquer outra aplicaçom como publicaçom primeira dos trabalhos, p. ex. como origem dos JPGs e primeira divulgaçom na Rede no caso de fotógraf@s e ilustrador@s, poderiam-lhe sair no seu perfil de fb automaticamente e assim nom só se poderiam ver em fb senom em muitos outros sítios. fb tem muito de sumidoiro de conteúdo, voraz e sem memória. no entanto blogspot é um dinosauro mas aí em quanto nom apagares as cousas, seguirám estando acessíveis e nom só -como em fb- para quem te agora conhece, senom tamém para quem te poda conhecer no futuro.


de todos os jeitos se se persiste em usar fb como fonte eis um par de ligações úteis: um vídeo que explica como partilhar as entradas de fb (atualizaçom de estado, acho que lhe chamam). com tal de se publicarem co estado público (icono do planeta) qualquer persoa poderá aceder a p. ex. umha galeria de bosquejos que subistes automaticamente do teu telefone inteligente a fb. a segunda referência é um artigo a partir do qual configurar fb como fonte e twitter como destino, de maneira que o que tu quixeres do teu âmbito mais ou menos privado partilhar, o poderás tirar para um âmbito de internet mais aberto. o vídeo explica a divulgaçom manual e o artigo a divulgaçom automática.


eu pola minha parte o que fago é o caminho inverso: qualquer conteúdo de minima entidade como este texto gero-o noutro sítio e depois partilho-o em fb se me quadra e quero, tanto manualmente (o link a esta entrada no meu servidor próprio) como automaticamente (p.ex. entradas de tumblr). nom obstante em aras à visibilidade e permanência o caminho é de fora para fb e nom ao revês, de fb para fora.

o direito à própria informaçom

hai um direito que me parece se deve ir edificando em abstrato, cada vez o tenho mais claro, e talhando como faria um escultor no concreto, até que a lei o reconheça, que é o direito à própria informaçom.
[sabemos que nem por essas estará garantido ao 100%, dado que, como acontece em espanha após gallardón, é o dinheiro o que diferencia o goze ou nom dos direitos em gram medida (i.e. ter dinheiro para pagar o processo judicial que cho fará efetivo) mas mesmo assim é importante que se reconheça polo menos formalmente, se aspiramos a que as nossas sociedades avancem.]
na minha forma de ver hai uns direitos humanos básicos de primeiro nível como pode ser o direito à vida e à integridade física e depois hai toda umha série de valores, alguns sociais e outros individuais, que devemos edificar entre todos, que talvez nom sejam prioritários em questom de vida ou morte (mesmo isso está por ver, desde o momento em que a sociedade digital acrescenta o seu impato sobre a realidade física até extremos insuspeitados), mas que som relevantes, e na época que vivemos aí incluo à informaçom.
eu nom som jurista, e estou certo de que é complexo o desenvolvimento, mas intuitivamente sei que tu tens direito a possuir e conservar aquela informaçom que elaboras, e que deves ter constância e ter um direito básico sobre os dados e a informaçom que te atanhem. e quanto mais invasiva, maior poder de decisom.
porque por agora, me dá a sensaçom que a capacidade dos estados (do seitor privado já nem falo) se tem posto num mesmo sentido e é o invasivo e lesivo para o indivíduo. dacordo, p.ex. no reino de espanha hai umha lei orgânica de proteçom de dados... mas sempre som as iniciativas extraestatais as que voluntariamente, desde foros de técnicos com ética (benditos eles), e por compromiso filosófico, tentam aportar ferramentas de contrapeso contra essa vaga.
dim-nos "é que isso nom se pode fazer por motivos tecnológicos". nom, os motivos som políticos, de vontade. nom pode ser que a tecnologia sirva só num sentido. é a lei a que deve garantir-nos a proteçom fronte aos maus usos dela, venham de onde venham.
"direito à própria informaçom": nom o sei enunciar de jeito singelo melhor que isso.

como personalizar a etiqueta q de html


<head>
<style>
q {
quotes: "«" "»" "“" "”" ;
}
</style>
</head>
<body>

E dixo a comadre, <q>Quanta verdade na frase <q>Deu-o-demo o dente que rói a semente</q></q>

</body>
</html>


...vê-se como:

E dixo a comadre, «Quanta verdade na frase “Deu-o-demo o dente que rói a semente”»

Paul Johnson: "Software has CivEng Envy"

isto é, que a geraçom de programas informáticos inveja a engenharia civil. neste seu artigo johnson desacredita o fenômeno polo qual segundo el "there is a school of thought which says that developing software should be like constructing a building". pablo varasa dixo "La metáfora arquitecto/albañil en software es una gilipollez perpetuada por consultoras y jefes para vender humo y outsourcing" e a raiz disso veu esta conversa, que abrevio:


[eu]
interessante perspectiva.
nom opinas que descartar por completo essa aproximaçom pode levar ao extremo de renunciar a certos princípios da engenharia -em geral- que nom devem omitir-se?
entendo a crítica que se fai à modelizaçom e que nom seja equiparável UML aos projectos (blueprints) mas independentemente de que se opte por elas ou nom, som ferramentas válidas, que contribuem à sistematizaçom e temo que no pior dos casos a alternativa oposta pode derivar na falta de estratégias, dependência do programador-gênio, falta de delegaçom, etc


[pablo]
La ingeniería y sus herramientas (UML o lo que sea) son útiles, como documentación más que nada. Pero la metáfora con la ing. se suele llevar hasta el punto en el que se cree que con pintar unos diagramas el código es trivial después y esto no es cierto. No puedes darles las "especificaciones" a un grupo de programadores mediocres en la otra parte del mundo y esperar que salga bien. Es hora de aceptar que la tecnología y la calidad del código es importante y olvidarse de separar a la gente entre analistas/arquitectos y pringaos pica teclas. Las empresas más exitosas en tecnología (Google, apple, startups, etc.) se toman esto en serio pero hay mucho "enterprise" Development y muchas universidades que no.


[eu]
entendo. contudo, na tua experta opiniom -sem restar énfase a esse factor 'humano' que a práctica continua teimudamente primando- nom pensas que em parte isto se deve à era tecnológica em que nos encontramos?
nom é de supor que a décadas vista a evoluiçom seja polo mesmo caminho que a engenharia civil, precisamente?


[pablo]
La diferencia más notable con la ingeniería civil es que el software es todo virtual, información. En el momento en el que una tarea es tan trivial que la puede hacer alguien sin conocimientos, es una tarea que seguramente se pueda automatizar. En el software malo hay una cantidad absurda de redundancia que después se traduce en mantenimientos de pesadilla (salvo que los cobres por horas claro).
Hace años te tenías que escribir tus manipulaciones de cabeceras de ficheros o tus protocolos de red. Ahora hay librerías para todo eso.
Creo que la tendencia será a esto, a que buenos ingenieros escriban herramientas reusables y el nivel de abstracción y la productividad siga subiendo, hasta llegar a sistemas semi-inteligentes. Los "albañiles" serán programas, no legiones de pica teclas.
En este sentido igual la ingeniería civil acaba igual con robots haciendo la mayor parte del trabajo manual. Supongo que se tardará más porque es mucho más difícil, caro y peligroso hacer un robot que un programa pero al final la tecnología en general tiende a automatizar profesiones de naturaleza muy mecánica y esperemos que esto también signifique que podemos dedicarnos a tareas más creativas.


[eu]
(e o da quantidade absurda de redundância dou fé que alcança dimensões astronômicas ;-)

MyISAM :-(

(...) MyISAM (...) ignores foreign key constraints. It silently accepts the declaration of a foreign key, but does not store the constraint or enforce it subsequently. (...) -Bill Karwin


bastante incompreensível, mas acabei de comprovar que é assim. hai que trocar o motor para InnoDB e daquela sim impera a restriçom.

isto lembra-me outra do MyISAM: o comportamento dum select e dum update, distinto (seleccionar 6, actualizar 0), embora ser idêntica toda a condiçom do where. sobre isto, ao que nom lhe eu encontrava sentido, um experto me explicou:

(...) usando un motor (...) non transacional como (...) o MyISAM (...) Un select bloquearía filas en modo compartido, co que pode bloquear 6 filas aínda que as estea lendo outra transacción. En cambio, o update necesita bloquear en modo exclusivo, e se están sendo lidas por outra transacción, non pode obter eses bloqueos.


quanto sabe a gente que sabe.

privacidade no firefox

nos computadores partilhados firefox pode estar guardando mais do que se quereria.

se nom hai umha configuraçom de privacidade estabelecida, ao consultar o historial podem ver-se meses e meses de navegaçom, mesmo além do meio ano em retrospectiva. à parte de todos os termos pesquisados em google, um dos detalhes que encontro mais inadequados, por intrussivo e desnecessário, é que se registram entradas correspondentes a mensagens de correio-e específicas: no caso dos correios de google, pode ver-se o título ou assunto da mensagem e mais o interlocutor do mesmo, desta forma:

Fwd: Contrato definitivo - xxxxxxxxxxx@gmail.com - Gmail

para evitá-lo, a soluçom consiste obviamente em apagar este registro histórico ou em desactivá-lo definitivamente, se tiveres permissões para o fazer. falar do assunto cos companheiros/as com quem se partilha a máquina será recomendável. de todos os jeitos, as entradas podem ser apagadas umha a umha seleccionando e pulsando o botom SUPR. assim, antes de teres permissom das demais, ou se nom o queres pedir, podes ao menos eliminar as que invadem a tua privacidade.

em funçom da configuraçom, as alussões a gmail no histórico podem ser mais genéricas, nom tam detalhadas como no exemplo supra.

01020304
nom sei se se pode configurar para que guarde p.ex. as visitas a webs particulares mas nom as referências de correio electrónico, nem encontrei registros de outros correios webs como hotmail, de maneira que nom sei se se dá isto porque hai umha vinculaçom automática entre gmail e firefox. por exemplo no caso de correios-e de yahoo, o historial de firefox indica o usuário, mais o máximo que mostra é o número de mensagens que ficam por ler.

em quanto aos acessos a facebook, ficam guardados os perfís consultados, o perfil próprio co número de avisos pendentes e quando se consultarom mensagens via fb.

em qualquer caso, convém ter em conta estas considerações gerais

Programas?

Programas?

como comparar em windows dous diretórios que deveriam ser iguais (2 de 2)

a comparativa (1 de 2) tenta ser, digamos coloquialmente, simétrica, no sentido de que nom prioriza umha das duas partes a comparar sobre a outra. agora vejamos um jeito asimétrico de comparança: trataria-se primeiro de saber quais som os ficheiros que hai num diretório mas nom que faltam no outro (e depois, só talvez, viceversa).

tamém se pode resolver dumha só vez, se estivermos certos de que os conteúdos dumha pasta som um subconjunto (matematicamente falando) dos da outra, mas nom ao revês. suponhamos que botamos umha olhada e vemos que hai ficheiros que estám em dir_a que faltam de dir_b. queremos comprovar e saber exactamente quantos e quais som. se o diretório tem 20 ficheiros, vê-se a simples vista, mas se som 20.000...

I.-
Início > Executar > cmd.exe
cd c:...dir_a
dir /b /on > dir_a.txt
fechar a janela

II.-
Início > Executar > cmd.exe
cd c:...dir_b
dir /b /on > dir_b.txt
fechar a janela

III.-
abrir dir_a.txt co bloc de notas, seleccionar tudo, copiar
abrir umha folha de cálculo e colar na coluna B (2ª)
na cela A1 entrar: dir /b "c:...dir_b
seleccionar A1, copiar, seleccionar todas as celas da coluna A e colar, deveria aparecer dir /b "c:...dir_b repetido em todas elas
na cela C1 entrar: " >> dir.txt 2<&1

NB: As " de apertura e, dous pasos depois, de feche têm como finalidade evitar problemas na linha de comandos de msdos causados por nomes de ficheiros e/ou diretórios que têm espaços em branco no meio
NB: 2<&1 redirecciona tanto a saída estándar por ecrã (a resposta do sistema na linha de comandos) como a saída de erro -respectivamente, stdout e stderr- para o ficheiro de texto dir.txt

seleccionar A1, copiar, seleccionar todas as celas da coluna A e colar, deveria aparecer " >> dir.txt 2<&1 repetido em todas elas
seleccionar as três colunas inteiras, copiar

IV.-
abrir um novo documento no bloc de notas
colar
ir ao inicio do documento
pulsar a tecla tabulador, seleccionar o carácter de tabulador, ctrl-x (cortar)
Editar > Substituir
na caixa superior, ctrl-v (colar, deve aparecer um símbolo similar a [])
na caixa inferior, entrar um espaço em branco
substituir todas as ocorrências
seleccionar todo o documento, copiar

V.-
Início > Executar > cmd.exe
botom direito > colar
aguardar a que remate

VI.-
abrir dir.txt
seleccionar todo o documento, copiar

VII.-
voltar à folha de cálculo, seleccionar a coluna C, aí colar
esvaziar a coluna A -que já nom necessitamos- mediante selecçom de toda a coluna e tecla supr, e depois seleccionar toda a folha (calcando co cursor do rato na esquina superior esquerda da matriz)
no icone ou menú de ordenar, escolher ordem personalizada e como 1º critério dela, a coluna C e como 2º critério, a coluna B
a seguir, localizar a mensagem que usou o sistema operativo para indicar a inexistência de ficheiro, p.ex. windows xp em espanhol di "No se encuentra el archivo"
eliminar todas as filas que nom tenham essa mensagem, ou polo contrário, seleccionar só as que a tenham, ctrl-c ctrl-v noutro documento, etc.

e já está.

(e se tiveres qualquer dúvida ou sugestom, adiante)

como comparar em windows dous diretórios que deveriam ser iguais (1 de 2)

...isto é, que se supom que deveriam -ou poderiam- ter os mesmos ficheiros; bem, está toda a subdisciplina da sincronizaçom em relaçom às cópias de seguridade e à parte, hai incontáveis ferramentas específicas para comparar pastas "a pequena escala". porém eu, reácio a instalar e executar alegremente miniprogramas descarregados de internet ao seguinte segundo dumha necessidade surgir, prefiro ter um jeito, ou dous, de resolver operações elementares deste tipo, aínda que for mediante umha soluçom de andar pola casa. eis o choio:


I.-
Início > Executar > cmd.exe
cd c:...dir_a
dir /b /on > dir_a.txt
fechar a janela

II.-
Início > Executar > cmd.exe
cd c:...dir_b
dir /b /on > dir_b.txt
fechar a janela

III.-
mover dir_a.txt e dir_b.txt (de, respectivamente, c:...dir_a e c:...dir_b) para um mesmo diretório alvo, p.ex. dir_c

IV.-
Início > Executar > cmd.exe
cd c:...dir_c
fc dir_a.txt dir_b.txt > diferenzas.txt
fechar a janela

apagar dir_a.txt e dir_b.txt
abrir diferenzas.txt

(a partir da explicaçom de monkeygrp)

umha variante que proponho a sobre isto tem a ver co facto desta soluçom nos permitir estabelecer "emparelhamentos" de ficheiros que nom som (cada dous), nem -mais importante- queremos que sejam, idênticos. explico-me com um exemplo: suponhamos que num diretório temos documentos de word e noutro deveriam estar todos os seus correspondentes em texto simples,

29informe.txt foi formatado para 29informe.doc
carta de apertura.txt foi transformado para carta de apertura.doc
etc

isto é típico que aconteça por exemplo com pares .psd a 300/600ppp / .jpg a 72ppp entre outros casos...

pois depois de III.- editam-se a.txt e b.txt e, respectivamente fai-se este troco:

Editar > Substituir ".doc" (sem ") por "" (nada); Salvar os câmbios no ficheiro
Editar > Substituir ".txt" (sem ") por "" (nada); Salvar os câmbios no ficheiro

e depois fai-se IV.-

hai mais possibilidades com esta aproximaçom se aplicamos umha política estrita na nomenclatura de ficheiros e jogamos coas extensões sucessivas *.*.* mas nom me estendo mais no particular.

tamém hai que considerar que se os nomes de ficheiro som extremadamente longos -tanto como para retar windows-, fc insire saltos de linha supérfluos.

(questom à parte é a comparativa ficheiro-a-ficheiro, que se fai co comando compare)

as folhas de cálculo som as melhores amigas das bbdd

Como pesquisar conteúdos em Europeana

Como pesquisar conteúdos em Europeana

Antes de nada umha advertência. Algumhas instituições culturais têm por hábito -nom sei se por temor a usos nom autorizados-, oferecer conteúdos de imagem estática apenas em miniatura ou bem com umha molesta marca de água sobreimpressa.

Quando o material está no domínio público (o que adoita ser o caso) e especialmente quando se trata de entidades públicas, é algo que nom me entra na cabeza... mas é assim.

Europeana, a biblioteca digital europeia, serve cada elemento no seu repertório com um enlace para a entidade fornecedora original.

Dessa maneira, seguiremos a cadeia de ligações até encontrarmos o resultado desejado -quando se puder-. Até entom, iremos tipicamente passando por umha sucessom de esquemas descritivos (metadados tecnicamente estruturados) que podem ter maior ou menor proximidade da linguagem natural... e maior ou menor interesse para um usuário nom especializado.

Alternativamente, tamém se pode provar a pesquisar directamente nos sites das entidades participantes, como a BNE ou os Arquivos Estatais.

p.ex.

http://bibliotecadigitalhispanica.bne.es/R/51I9RHU37QRL2SL16KGVFE9J92QAENAP3814UVIH2QVVUBSMLT-01672?func=results-jump-full&set_entry=000001&set_number=000151&base=GEN01
onde o primeiro link a jpg falha mas o segundo dá o seguinte:
http://bibliotecadigitalhispanica.bne.es/view/action/singleViewer.do?dvs=1348129674855~105&locale=es_ES&VIEWER_URL=/view/action/singleViewer.do?&DELIVERY_RULE_ID=10&search_terms=coru%C3%B1a&adjacency=N&application=DIGITOOL-3&frameId=1&usePid1=true&usePid2=true



Nom é inusual que para pesquisar imagens em Europeana haja que seguir muitas ligações.

Vejamos um exemplo:

  1. Vamos a http://www.europeana.eu e entramos na caixa de pesquisa a palavra coruña (corunha dá-nos resultados igualmente válidos)
  2. Depois, na caixa de cor de cinza à esquerda de http://www.europeana.eu/portal/search.html?query=coru%C3%B1a escolhemos p.ex. IMAGE para pesquisar só conteúdos de imagens estáticas
  3. ... o qual leva para http://www.europeana.eu/portal/search.html?query=coru%C3%B1a&qf=TYPE:IMAGE
  4. Esta página-índice visual contém, entre outras a miniatura inferior esquerda, que calcando leva para http://www.europeana.eu/portal/record/09407a/23F950F9BA1F166127C497D7F101E8CDCF11EE92.html?start=9&query=coru%C3%B1a&qf=TYPE:IMAGE
  5. ... a qual liga (calcando na imagem) para http://bvpb.mcu.es/es/consulta/registro.cmd?id=408041 (este é o momento quando passamos de estarmos na própria Europeana a visitarmos o site da entidade de patrimônio que contribui ao catálogo de Europeana)
  6. O anterior endereço (calcando na imagem) liga para outra página quase em branco,
  7. ... que à sua vez nos guia (calcando no icone do disquete) para http://bvpb.mcu.es/es/consulta/registro.cmd?id=408041
  8. ... e que tem na palavra "Descarga" o link http://bvpb.mcu.es/es/catalogo_imagenes/download.cmd?posicion=1&path=7374
  9. ... o qual (finalmente!!!) dá o ficheiro SG. Ar.E-T.3-C.3-85.jpg de 95,53 cm por 132,77 cm, com 100 pontos por polegada de resoluçom.


É interessante comparar o ficheiro descarregado (olhando algumhas partes del ampliadas umha vez está no nosso computador), co nível de detalhe que permite a aplicaçom em linha para visualizar, nos casos em que esta última existe -o que é frequente-. Um exemplo de visualizador em linha, na seguinte captura de ecrã.

Como pesquisar conteúdos em Europeana

Toponímia:

a. Plaza Vieja
b. Pescadería
c. Castillo Sn. Anton
d. Id. de Sn. Amaro
e. Batería de Praderas
f. Torre de Hércules
g. Monte alto
h. Riazor
i. Sta. Margarita
j. Barrios de Garas y Sta. Lucía
k. Muelle de la Palloza
l. Castillo de Sn. Diego
m. Puente Gaitera
n. Monelos
o. Sn. Pedro
p. Mueiro (?)
q. Casa de piedra
r. Sn. Cristobal
s. Elbina
t. Eiris
u. Castillo de Oza
x. Sta. Maria de Oza

C'E'. Ciadama

y. Pasaje
z. Palabea de abajo
a'. Palabea de arriba
b'. Portazgo
c'. Deans (?)
d'. Burgo
e'. Bilaboa
f'. Castro.
g'. Bioño
A. Alturas del Peñasquedo
B. Monte Mero
C. Alto de Sta. Margarita
D. Monte y vijia de Sn. Pedro
E. Altura del Castro
F. Cordillera de Area
G. Alturas de Sn. Cristobal
H. Puerto y bahía de la Coruña
I. Horzan
J. Ria del Burgo
K. Islas de Sn. Pedro
L. Peñas de las ánimas
M. Peña de los Ingleses
N. Barrera del Pasaje
O. Arroyo de Riazor
P. La Silba