Quanto dinheiro levam as touradas?







Entom?

Quanto dinheiro público recebe o negócio das touradas?

A resposta é que nom se sabe.

E a minha pergunta é se nom temos direito a o saber.

Galicia Mellor Sen Touradas trabalha "con estimacións, ao tratarse de moitos factores a escala municipal, de deputacións, gobernos autonómicos", etc mas, por concretar, estima que "estariamos entre os 571M€ do informe de Alfred Bosch e os 700M€, contando con algunhas líñas de subsidio europeas: Feder, Feader, Proder."

CIVIO explica que "es un tema complicado por la falta de transparencia. Las ayudas estatales son pocas y el grueso de las ayudas lo dan las CCAA (algunas) y, sobre todo, los ayuntamientos. De hecho, entre subvenciones y contratos, son los ayuntamientos los que aportan gran parte del dinero público que recibe la tauromaquia. El problema es que, como son muchas fuentes distintas y la gran mayoría oculta esa información, no podemos dar una cifra rigurosa mientras no podamos trabajar este tema a fondo venciendo la opacidad de las administraciones. En todo caso, no parece que el informe de Alfred Bosch ni la respuesta que se da desde el sector sean correctas, puesto que en ambos casos nadie está dando una cifra rigurosa y con fuentes claras."

Nom, Corunha nom é a cidade galega em que menos galego se fala

#corunhofobia de galeg(uist?)as em RRSS. Um clássico.

Em Ferrol e Vigo fala-se menos galego que na Corunha mas é esta a que leva a má fama.

Nom, Corunha nom é a cidade galega em que menos galego se fala

Nom, Corunha nom é a cidade galega em que menos galego se fala

#corusplaining a ti, que levas toda a vida morando ali.

Chiisakobee tem momentos gloriosos

Chiisakobee tem momentos gloriosos boina -> paisano
backwards worn baseball cap -> pailám
nom confundas os termos!
Bo día,
Como cliente da clínica desde hai anos sería un "detallazo" que tivesen a cortesía de me atender tanto presencial como telefonicamente en galego. Até a data, non o fixeron nunca, ninguén, nin en recepción nin en teléfono.
Felizmente, en consulta, SI hai doutores que o fan. Tomen nota.
De todas formas como comprenderán ás persoas que atenden telefonicamente non lles vou obrigar a falar nun idioma ou noutro.
Agora, non se me enganen: polo que non lles penso pasar é porque, comunicándome cun centro privado, da miña propia cidade, como é o seu, me esixan -como me pasou esta mañá- que fale en castelán para que me poidan entender.
Iso é unha absoluta desconsideración e un trato de superioridade que non lles acepto.
Dito desde o máximo respecto que todos os traballos me merecen por igual, entendan algo: vostedes están aí para atenderme a min, non ao revés.
Sei que o galego é un idioma estraño e inintelixible, procedente dunha galaxia exterior, e o que é máis, que non hai formación específica dispoñible, mais fagan un esforciño por ter un mínimo de educación e de respecto cara o cliente.
Se non é moito pedir.

Google again

Google again

Año 1911

Año 1911A quem se lhe ocorreria chantar um semáforo justo diante dumha preciosa casa centenária como essa (por nom falar do metálico na porta da loja à altura da rua).
(...) les repatea escuchar la misma música que disfruta una señora ecuatoriana que limpia casas. Todo lo que sean problemas ajenos les suena a panfleto. Esta escena cultural arrastra un enorme cargamento de prejuicios (...)

¿Indies, hipsters y gafapastas al paredón?

Eu que sentim como um tiro quando vim que tamém os Pixies se venderam a Apple e que conto um disco de Arcade Fire entre os meus preferidos dos últimos anos nom podo menos que dizer "mmm interessante" ;-)
Desde logo desde a perspectiva do autor o hipsterismo encaixa perfeitamente no esquema de um simples modelo de consumidor, só que com mais recursos que outras faixas da sociedade.
Em parte relacionado coas cousas ditas no artigo, e em contraste co hipsterismo assim entendido, Buba me falou por primeira vez hai relativamente pouco da deconstruçom do racismo/classismo mais ou menos disimulado atrás da figura social d@ choni / chav / poligoneir@ / etc e a sua presença na cultura. Nessa clave vêm ao caso denúncias como esta ou esta.
Quanto a ir de moderno e pensares que és mais melhor que os demais, isso é mais velho que a carracuca, nom? Nom sei de que nos surpreendemos... A parvada é parvada só que se pode condimentar de muitas formas distintas e em funçom da época... e o dinheiro sempre ajuda!

E se o Depor quixesse alinhar a Verónica Boquete?

O futebol jogado por mulheres nom dá dinheiro porque nom se inviste nel é umha obviedade e gostaria que fóssemos um bocadinho mais adiante que umha premisa tam simples. Sobretudo porque qualquer cousa na que se invista escassamente é provável em geral que dê pouco dinheiro e atraia pouco interesse. Mas se falamos de desportos, e mais precisamente de desporto profissional, essa regra de ouro se pode aplicar a qualquer disciplina: por exemplo eu podo afirmar que as traínhas nom dam dinheiro porque nom se inviste nelas o que se deveria. O que é mais, nom é só questom de investimento de dinheiro senom tamém de investimento monetário indireto (ou direto em outras cousas, como o tempo de cobertura informativa e o apoio simbólico por parte dos poderes públicos): quero dizer que se jogos desconhecidos para o gram público fossem devidamente promocionados polos canais televisivos -já nom digo mais, mas polo menos os públicos- o seguimento deles cresceria. Neste sentido, temos um caso de atençom nos desportos tradicionais em Euskadi.

Eu estimo os desportos e especialmente o futebol, mas hai dous rasgos cos que nunca acabarei de estar de acordo. Primeiro, a excessiva mercantilizaçom derivada da loucura económica que rege os grandes jogos (subscrevo o lema Odio eterno ó fútbol moderno que lhe vim luzir aos Riazor Blues), e com ela, a máfia do traspasso de jogadores, das apostas ilegais, dos amanhos, do amparo das grandes esquadras em detrimento das pequenas, da ludopatia derivada das apostas legais em Internet, e mil cousas mais. Segundo, a separaçom por sexos, como se na vida homens e mulheres nom pudéssemos fazer o que for juntos e mesturados. Que é isso de que, se umha equipa de primeira divisom quer alinhar umha mulher nom o poda fazer por proibiçom expressa? Que classe de estupidezes assumimos como normais nesta altura do século XXI? Porque a segregaçom por gêneros é umha herdança cultural rância a extinguir, e os desportos -mais, outra vez sim, os profissionais- modelos de conduta para a sociedade à que se limitam a entreter (outro dia se quereis falamos do panem et circenses). Como consequência, o uso que se fixer dos jogos públicos responde à filosofia material (o físico das persoas, a sua saúde, a prática de exercício, etc) e imaterial (a conduta particular, o comportamento social) que com eles se queira promover... e aí colhem verdadeiros antagônicos.

Abstenho-me de entrar no argumento (falaz?) que nos gravárom a fogo desde a infância de que os homens som mais fortes que as mulheres e em qualquer jogo misto as equipas escolheriam sempre os primeiros, ou que num jogo de tenis a nº1 do mundo nunca poderá bater ao nº1 do mundo. O feito é que existe discriminaçom por sexo no desporto e, em particular, no futebol profissional e amador, como descreve J. Oriol da Faculdade de Direito da U. Pompeu Fabra. Assim que me centro no que me parece fundamental: que nom se pode fazer, que está proibido (WTF), independentemente do nível de acerto que os machistas aprioristas fixarem para segundo quais disciplinas... O que me importa e me molesta é esse recorrente fenômeno cavernário polo qual a umha menina ou a umha moça se lhe proibe jogar coa sua própria equipa, algo inaudito que só um ente saído das tebras dos tempos, neste caso a Real Federación Española de Fútbol, poderia concebir como justo e ajeitado. Claro que, que vamos aguardar de um país em que o dinheiro público sostém a educaçom privada em geral, e a educaçom privada segregadora por gêneros, em particular.

Entom sim, aqui investe-se pouco em futebol feminino e assim um talento de escala internacional como a compostelã Verónica Boquete acaba trunfando em equipas dos EUA, Rússia ou Suécia, quando paradoxalmente de miúda nem sabia da existência de competições de alto nível para mulheres (lógico ignorá-lo! quando se viu tal cousa na TV?).

O panorama é tal que nem conhecemos a nossa própria história, a história das nossas mulheres: na cidade da Corunha, na década dos 20 do s. XX houvo umha porteira mui popular que jogava em equipas masculinas, chamava-se Irene e chegou a dar nome à sua própria esquadra. E quantos sabemos que a primeira liga que ganhou o Depor... foi a feminina? O Karbo Deportivo estava considerado nos primeiros oitenta a melhor equipa a escala estatal.

E se o Depor quixesse alinhar a Verónica Boquete?

Hoje em dia existe a competiçom para senhoras, co seu próprio Barça ou Athletic, mas no relativo a meter-se em assuntos de homens atualmente nom se chega ao caso da porteira Irene de hai cem anos: apenas hai mulheres no rol de juiza (caso de Amy Fearn) em jogos de homens ou de treinadora (a experimentada Helena Costa anunciara-se tamém para esquadra masculina em França, mas ela renunciou). E apesar de o jogo em si estar aínda vetado, o sexismo continua ensinando o dente, quer por comentários contra mulheres em rol de árbitro (caso da inglesa Sian Massey) quer no de fisioterapeuta (a gibraltarina Eva Carneiro empregada no Chelsea).

Apesar de tudo, as mulheres querem jogar ao futebol, nom em vam de 1994 a 2008 em Galiza passou-se de seis a quarenta e umha equipas. Embora a finais dos 90 se anunciar a legalizaçom do futebol misto -unicamente nas competições organizadas pola federaçom autonômica- os jogos juntos parecem na prática relegados a convocatórias nom oficiais, como a que honrou a seleçom nacional de Galiza fronte ao Sahara hai um par de anos, incidentalmente coa própria Vero Boquete como convidada estrela. No plano cotiám, mesmo no hipotético caso de que, apesar das facilidades legais, as mulheres preferissem jogar com mulheres e nom com homens, tamém estaríamos, na minha forma de ver, diante de um problema cultural a superar.

E se o Depor quixesse alinhar a Verónica Boquete?

E nom, nom pensemos que o problema da segregaçom é único do Association Football, porque a autoridade do gaélico diz-se-que o de homens e mulheres juntos o havia que ver (consulte-se fútbol gaélico en Galicia e Peil Abú)... só resta dizer que viva a Liga Gallaecia ^__^

(E nom, nom pensemos que o machismo só existe nos jogos físicos: nos desportos eletrónicos tamém campa a discriminaçom, a violência verbal e a segregaçom por sexos)

Vai ser muito pedir

Vai ser muito pedir
Este dia tivem que fazer, como me dixo umha vez certa senhora, umhas quantas "diligências". Horas e horas de aqui para alá nas que tivem que apresentar-me diante de polo menos oito espaços de serviço público. Do sentido prático e agilidade dos mesmos nem vou falar, porque daria para o seu, e ademais, nom todos eram iguais. O que sim, em todos eles falei normalmente em galego e em nem um só (nem um só) deles me contestárom, já nom é que falaram, é que nom me contestárom em galego. Administraçom estatal, administraçom municipal, mutualidades, escritórios de cobro, registros, ... Espero que o vindeiro 17 de maio seja laborável para que as funcionárias tenham, polo menos esse dia, a deferência.
Se nom é muito pedir.

Farto dos arvoricidas compulsivos

Farto dos arvoricidas compulsivos


Enfermidades, "escasso valor", "necessidade" imperativa de aínda mais obras para aínda mais garagens subterrâneas (imagina a quem beneficiam)... qualquer pretexto é bom para o concelho da Corunha talar árvores. Desde hai anos e anos esta compulsom repete-se sem parada: se no Oeste a lei era primeiro disparar e depois perguntar, os Senhores da Motosserra municipal primeiro cortam e depois perguntam. Ou que digo, nem isso, cortam e morra o conto. Esta semana, ao ver cair mais outra meia dúzia de exemplares que bem conhecia, voltei a cagar-me neles. Nos que desde Maria Pita tecem umha cidade aberrante de centros comerciais e furados no solo a ver se colhe um carro mais. Mesmo sem falar da atual desfeita da Marinha, lembro como baixo o escuro manto dos três últimos presidentes da câmara municipal desaparecerom plantas entranháveis, caso das que faziam fila na via de Alferes Provisional, e outras que a mim me fascinavam, anciãos próximos como os que a pé da Porta de Ares faziam curva na rua da Mestrança ou aqueles gigantes que se erguiam no alto da agora mal chamada Praça do Tebeo, acesso à cidade do antigo caminho -aínda empedrado- de Carvalho. E nem tenho umha má fotografia deles para os lembrar... oxalá alguém a tenha em algures...


A Cidade Velha, Beiramar, Os Castros, a Agra do Orçám, A Gaiteira... nom hai zona que fique a salvo da loucura polo cemento e o ódio polas árvores. O desprezo polas zonas verdes é pura ignorância e mais ao tempo que a especulaçom manda e impera. Quanto mais deveríamos respeitar e adequar as intervenções urbanas às árvores, mais na medida da sua idade, se tivéssemos algo de sentido e sensibilidade. Infelizmente, em corrup-politica-trapalhada-lândia toda zona verde é suscetível de que algum construtor cementeiro a destroce a câmbio duns euros. Lamentáveis intervenções em áreas que deveriam ser escrupulosamente respeitadas, como a Universidade Laboral em Colheredo, deixam claro que esta febre polo progresso e o aproveitamento mal entendidos ameaça desde qualquer município, nom só desde o corunhês. E um pergunta-se: tem que ser isto assim por força?


Farto dos arvoricidas compulsivos


Estas cerdeiras som impressionantes e a história atrás delas nom menos. As árvores centenárias forom deslocadas da sua ubicaçom original ao se construir umha pressa de água. Porque os vizinhos dos lugares atingidos assumiam a perda das suas moradas... mas nom das árvores centenárias que acompanharam os seus antergos desde gerações imemoriais. E o que se fijo foi desenvolver um trabalho de engenharia complicado para lograr dar-lhes um novo local e que a auga nom as fixesse desaparecer igual que assolagaria templos e aldeias. Para que, ao agromarem coa chegada da estaçom das flores, a comunidade celebrasse -como manda a tradiçom, à sua sombra- a continuidade e a natureza.


Havia de ser aqui! "Paliadora", motosserra e tira milhas.


Se Galiza tivesse passaporte próprio, na capa deveria ler-se República de Husqvarna.

o dicionário do mal

extratos censurados de conversa a três:

- qualquer persoa que use o palavro 'procrastinación' tem garantido entrar-me mal.
- Todo el que use la palabra "sinergia" merece un bofetón
- GASTROSOFIA. esta merece a morte.
- Gastrosofía y la pandilla de donde sale el palabro es el puto MAL
- Coach
- "Contexto". "Contexto" se usa para todo. Oír a un fútbolista decir "Eso está fuera de contexto" significa que la palabra ha muerto
- Valen expresiones? Valen? Porque cada vez que un político dice "déficit democrático" o "Están ustedes instalados en la descalificación" María Moliner se revuelve en su tumba
- "marco de convivencia"
- Deconstrución también es mal
O dia que vim o vídeo de "November rain" soubem que Guns n' Roses estavam mortos para mim.
p* feisbuc de m*. tanto dar a lata com que lhe dêmos a este maldito invento de satám os nossos dados persoais e depois nom me deixa adicionar Palombia como naturalidade nem Madripur como cidade atual. de verdade que...
por fim umha cita que me convida realmente a ver um filme!

"A 2-hr Apple commercial with rich, selfish white people whining & screaming at each other."

genial.

fonte

Mamaï, hai lume na ghamalleira!

Mamaï, hai lume na ghamalleira!


Mamaï, hai lume na ghamalleira!


Mamaï, hai lume na ghamalleira!


ταυτολογία

Alguém dixo:


"Hoy no he hecho nada y aun así he trabajado más que mi jefe"


Eu digo:


Tautologia. Na lógica proposicional, trata-se dumha proposiçom que é verdadeira independentemente das premisas. P.ex. p v (¬p) é certa sempre, porque ou se dá umha condiçom, ou a sua contrária.

uno de cada tres españoles

compra lotería en el trabajo
ha tomado un ansiolítico en el último año
ve con optimismo la recuperación del sector financiero
tiene un amigo con derecho a roce
tiene una formación superior a la que necesita
solo va al dentista cuando tiene dolor
se siente enamorado de su coche
solo se cepilla los dientes una vez al día
no lee nunca



Fontes: La Lotería Navidad, El Mundo, Intereconomía, Diario Femenino, RTVE, Hoy Salud, 20 Minutos, Europa Press, El País

dos de cada tres españoles

se sienten decepcionados por el Gobierno de Mariano Rajoy
están "poco" o "nada" satisfechos con la forma en que funciona la democracia
afirman que su situación financiera es peor que hace tres meses
sacrificarían parte de su salario por ser más felices en su trabajo
no acuden a un médico cuando sufren estreñimiento
están dispuestos a irse al extranjero a trabajar


 


Fontes: El Economista, La Voz de Galicia, Rankia, Euribor, Yahoo, Cinco Días

NP dixo

NP dixo


"Dios, esta es la sacuartada mas sucia en lo que llevamos de milenio."