O estranho caso do Dr Cotobade e Mr Cerdedo

Como dizíamos, tal parece a desconsideraçom oficial para as comarcas dos que mandam que se fusionam dous municípios (Cotobade e Cerdedo), pertencentes a duas bisbarras distintas, e no decreto (134/2016) que lhe dá forma legal a essa uniom nem sequer se molestam em dizer a qual das duas comarcas pertencerá o concelho resultante.

O estranho caso do Dr Cotobade e Mr Cerdedo
Fig. 1.- Detalhe de comarcas oficiais ao S.O. de Galiza, sem resolver o caso Cotobade-Cerdedo

Como a Junta de Galiza nom parece ter umha página oficial das comarcas perguntei hoje à Axencia Galega de Desenvolvemento Rural, que depende da própria Xunta e tem un mapa delas (Fig. 1) onde está sem resolver esta inconsistência. Quando me contestarem -se o fam- direi aqui o quê.

A criaçom do concelho Cerdedo-Cotobade, promovido em 2016 como resultado da uniom de Cerdedo (bisbarra de Taveirós) -comarca oficial Tabeirós-Terra de Montes- e de Cotobade (bisbarra de Terra de Montes) -comarca oficial, assim como partido judicial e mancomunidade de Pontevedra- passa por riba de qualquer interpretaçom das comarcas de Galiza que conhecéssemos antes, ficando o município resultante num limbo aparentemente irresolto.

O estranho caso do Dr Cotobade e Mr Cerdedo
Fig. 2.- Detalhe de bisbarras nom oficiais ao S.O. de Galiza

Considerando as bisbarras nom oficiais (Fig. 2) consigno-o para Terra de Montes (TO) porque de recorrer à alternativa, pondo-o em Taveirós (TV), o concelho de Campo Lameiro ficaria ailhado dos três restantes municípios de TO (Ponte Caldelas, Lama, Fornelos de Montes), o qual nom teria sentido.

O estranho caso do Dr Cotobade e Mr Cerdedo
Fig. 3.- Detalhe de comarcas oficiais ao S.O. de Galiza

No caso das comarcas oficiais (Fig. 3) nom se dá umha circunstância análoga porque Campo Lameiro está incluido na comarca de Pontevedra, de maneira que por lógica espacial-geográfica Cerdedo-Cotobade tanto poderia dar-se a esta última como á comarca de Tabeirós-Terra de Montes.

Nas bisbarras nom oficiais a de Ponte Vedra nom é umha opçom para Cerdedo-Cotobade porque nem o extinto município de Cerdedo nem o de Cotobade se ligavam coa bisbarra de Ponte Vedra, assim que a uniom de ambos tampouco teria lógica o pôr nela.

O que se vê com este caso Cotobade-Cerdedo é que as bisbarras nom contam com nengum amparo legal ou prático efetivo e que aos concelhos -lembremos, a comarcalizaçom nom é cousa deles, senom do governo galego- lhes avonda com terem em conta outras adscrições como áreas metropolitanas, mancomunidades ou partidos judiciais.

Se, a diferença de mim, és jurista ou expert@ na matéria, por favor contata-me, toda explicaçom ou correçom é bem-vinda.

Go, chief!

We will repel bullies, we will shelter outcasts and freaks, those who have no home, we will get past the lies, we will hunt monsters. And when we're lost amidst the hypocrisy and the casual violence of certain individuals and institutions, we will — as per chief Jim Hopper — punch some people in the face when they seek to destroy what we have envisioned for ourselves and the marginalized.


Hai que conservar un mínimo hábito de liberdade, é importante mesmo na loita política e nas loitas solidarias. Non creo no home que se ata de pés e mans e ata a súa mente para entregarse só a unha loita. Insisto en que o home manteña sempre a súa liberdade, coa súa vixilia particular.

Uxío Novoneyra
Un é solidario cos homes porque os homes sofren. O saber que a dor é universal leva á solidariedade.

Uxío Novoneyra
(...) les repatea escuchar la misma música que disfruta una señora ecuatoriana que limpia casas. Todo lo que sean problemas ajenos les suena a panfleto. Esta escena cultural arrastra un enorme cargamento de prejuicios (...)

¿Indies, hipsters y gafapastas al paredón?

Eu que sentim como um tiro quando vim que tamém os Pixies se venderam a Apple e que conto um disco de Arcade Fire entre os meus preferidos dos últimos anos nom podo menos que dizer "mmm interessante" ;-)
Desde logo desde a perspectiva do autor o hipsterismo encaixa perfeitamente no esquema de um simples modelo de consumidor, só que com mais recursos que outras faixas da sociedade.
Em parte relacionado coas cousas ditas no artigo, e em contraste co hipsterismo assim entendido, Buba me falou por primeira vez hai relativamente pouco da deconstruçom do racismo/classismo mais ou menos disimulado atrás da figura social d@ choni / chav / poligoneir@ / etc e a sua presença na cultura. Nessa clave vêm ao caso denúncias como esta ou esta.
Quanto a ir de moderno e pensares que és mais melhor que os demais, isso é mais velho que a carracuca, nom? Nom sei de que nos surpreendemos... A parvada é parvada só que se pode condimentar de muitas formas distintas e em funçom da época... e o dinheiro sempre ajuda!

E se o Depor quixesse alinhar a Verónica Boquete?

O futebol jogado por mulheres nom dá dinheiro porque nom se inviste nel é umha obviedade e gostaria que fóssemos um bocadinho mais adiante que umha premisa tam simples. Sobretudo porque qualquer cousa na que se invista escassamente é provável em geral que dê pouco dinheiro e atraia pouco interesse. Mas se falamos de desportos, e mais precisamente de desporto profissional, essa regra de ouro se pode aplicar a qualquer disciplina: por exemplo eu podo afirmar que as traínhas nom dam dinheiro porque nom se inviste nelas o que se deveria. O que é mais, nom é só questom de investimento de dinheiro senom tamém de investimento monetário indireto (ou direto em outras cousas, como o tempo de cobertura informativa e o apoio simbólico por parte dos poderes públicos): quero dizer que se jogos desconhecidos para o gram público fossem devidamente promocionados polos canais televisivos -já nom digo mais, mas polo menos os públicos- o seguimento deles cresceria. Neste sentido, temos um caso de atençom nos desportos tradicionais em Euskadi.

Eu estimo os desportos e especialmente o futebol, mas hai dous rasgos cos que nunca acabarei de estar de acordo. Primeiro, a excessiva mercantilizaçom derivada da loucura económica que rege os grandes jogos (subscrevo o lema Odio eterno ó fútbol moderno que lhe vim luzir aos Riazor Blues), e com ela, a máfia do traspasso de jogadores, das apostas ilegais, dos amanhos, do amparo das grandes esquadras em detrimento das pequenas, da ludopatia derivada das apostas legais em Internet, e mil cousas mais. Segundo, a separaçom por sexos, como se na vida homens e mulheres nom pudéssemos fazer o que for juntos e mesturados. Que é isso de que, se umha equipa de primeira divisom quer alinhar umha mulher nom o poda fazer por proibiçom expressa? Que classe de estupidezes assumimos como normais nesta altura do século XXI? Porque a segregaçom por gêneros é umha herdança cultural rância a extinguir, e os desportos -mais, outra vez sim, os profissionais- modelos de conduta para a sociedade à que se limitam a entreter (outro dia se quereis falamos do panem et circenses). Como consequência, o uso que se fixer dos jogos públicos responde à filosofia material (o físico das persoas, a sua saúde, a prática de exercício, etc) e imaterial (a conduta particular, o comportamento social) que com eles se queira promover... e aí colhem verdadeiros antagônicos.

Abstenho-me de entrar no argumento (falaz?) que nos gravárom a fogo desde a infância de que os homens som mais fortes que as mulheres e em qualquer jogo misto as equipas escolheriam sempre os primeiros, ou que num jogo de tenis a nº1 do mundo nunca poderá bater ao nº1 do mundo. O feito é que existe discriminaçom por sexo no desporto e, em particular, no futebol profissional e amador, como descreve J. Oriol da Faculdade de Direito da U. Pompeu Fabra. Assim que me centro no que me parece fundamental: que nom se pode fazer, que está proibido (WTF), independentemente do nível de acerto que os machistas aprioristas fixarem para segundo quais disciplinas... O que me importa e me molesta é esse recorrente fenômeno cavernário polo qual a umha menina ou a umha moça se lhe proibe jogar coa sua própria equipa, algo inaudito que só um ente saído das tebras dos tempos, neste caso a Real Federación Española de Fútbol, poderia concebir como justo e ajeitado. Claro que, que vamos aguardar de um país em que o dinheiro público sostém a educaçom privada em geral, e a educaçom privada segregadora por gêneros, em particular.

Entom sim, aqui investe-se pouco em futebol feminino e assim um talento de escala internacional como a compostelã Verónica Boquete acaba trunfando em equipas dos EUA, Rússia ou Suécia, quando paradoxalmente de miúda nem sabia da existência de competições de alto nível para mulheres (lógico ignorá-lo! quando se viu tal cousa na TV?).

O panorama é tal que nem conhecemos a nossa própria história, a história das nossas mulheres: na cidade da Corunha, na década dos 20 do s. XX houvo umha porteira mui popular que jogava em equipas masculinas, chamava-se Irene e chegou a dar nome à sua própria esquadra. E quantos sabemos que a primeira liga que ganhou o Depor... foi a feminina? O Karbo Deportivo estava considerado nos primeiros oitenta a melhor equipa a escala estatal.

E se o Depor quixesse alinhar a Verónica Boquete?

Hoje em dia existe a competiçom para senhoras, co seu próprio Barça ou Athletic, mas no relativo a meter-se em assuntos de homens atualmente nom se chega ao caso da porteira Irene de hai cem anos: apenas hai mulheres no rol de juiza (caso de Amy Fearn) em jogos de homens ou de treinadora (a experimentada Helena Costa anunciara-se tamém para esquadra masculina em França, mas ela renunciou). E apesar de o jogo em si estar aínda vetado, o sexismo continua ensinando o dente, quer por comentários contra mulheres em rol de árbitro (caso da inglesa Sian Massey) quer no de fisioterapeuta (a gibraltarina Eva Carneiro empregada no Chelsea).

Apesar de tudo, as mulheres querem jogar ao futebol, nom em vam de 1994 a 2008 em Galiza passou-se de seis a quarenta e umha equipas. Embora a finais dos 90 se anunciar a legalizaçom do futebol misto -unicamente nas competições organizadas pola federaçom autonômica- os jogos juntos parecem na prática relegados a convocatórias nom oficiais, como a que honrou a seleçom nacional de Galiza fronte ao Sahara hai um par de anos, incidentalmente coa própria Vero Boquete como convidada estrela. No plano cotiám, mesmo no hipotético caso de que, apesar das facilidades legais, as mulheres preferissem jogar com mulheres e nom com homens, tamém estaríamos, na minha forma de ver, diante de um problema cultural a superar.

E se o Depor quixesse alinhar a Verónica Boquete?

E nom, nom pensemos que o problema da segregaçom é único do Association Football, porque a autoridade do gaélico diz-se-que o de homens e mulheres juntos o havia que ver (consulte-se fútbol gaélico en Galicia e Peil Abú)... só resta dizer que viva a Liga Gallaecia ^__^

(E nom, nom pensemos que o machismo só existe nos jogos físicos: nos desportos eletrónicos tamém campa a discriminaçom, a violência verbal e a segregaçom por sexos)

Farto dos arvoricidas compulsivos

Farto dos arvoricidas compulsivos


Enfermidades, "escasso valor", "necessidade" imperativa de aínda mais obras para aínda mais garagens subterrâneas (imagina a quem beneficiam)... qualquer pretexto é bom para o concelho da Corunha talar árvores. Desde hai anos e anos esta compulsom repete-se sem parada: se no Oeste a lei era primeiro disparar e depois perguntar, os Senhores da Motosserra municipal primeiro cortam e depois perguntam. Ou que digo, nem isso, cortam e morra o conto. Esta semana, ao ver cair mais outra meia dúzia de exemplares que bem conhecia, voltei a cagar-me neles. Nos que desde Maria Pita tecem umha cidade aberrante de centros comerciais e furados no solo a ver se colhe um carro mais. Mesmo sem falar da atual desfeita da Marinha, lembro como baixo o escuro manto dos três últimos presidentes da câmara municipal desaparecerom plantas entranháveis, caso das que faziam fila na via de Alferes Provisional, e outras que a mim me fascinavam, anciãos próximos como os que a pé da Porta de Ares faziam curva na rua da Mestrança ou aqueles gigantes que se erguiam no alto da agora mal chamada Praça do Tebeo, acesso à cidade do antigo caminho -aínda empedrado- de Carvalho. E nem tenho umha má fotografia deles para os lembrar... oxalá alguém a tenha em algures...


A Cidade Velha, Beiramar, Os Castros, a Agra do Orçám, A Gaiteira... nom hai zona que fique a salvo da loucura polo cemento e o ódio polas árvores. O desprezo polas zonas verdes é pura ignorância e mais ao tempo que a especulaçom manda e impera. Quanto mais deveríamos respeitar e adequar as intervenções urbanas às árvores, mais na medida da sua idade, se tivéssemos algo de sentido e sensibilidade. Infelizmente, em corrup-politica-trapalhada-lândia toda zona verde é suscetível de que algum construtor cementeiro a destroce a câmbio duns euros. Lamentáveis intervenções em áreas que deveriam ser escrupulosamente respeitadas, como a Universidade Laboral em Colheredo, deixam claro que esta febre polo progresso e o aproveitamento mal entendidos ameaça desde qualquer município, nom só desde o corunhês. E um pergunta-se: tem que ser isto assim por força?


Farto dos arvoricidas compulsivos


Estas cerdeiras som impressionantes e a história atrás delas nom menos. As árvores centenárias forom deslocadas da sua ubicaçom original ao se construir umha pressa de água. Porque os vizinhos dos lugares atingidos assumiam a perda das suas moradas... mas nom das árvores centenárias que acompanharam os seus antergos desde gerações imemoriais. E o que se fixo foi desenvolver um trabalho de engenharia complicado para lograr dar-lhes um novo local e que a auga nom as fixesse desaparecer igual que assolagaria templos e aldeias. Para que, ao agromarem coa chegada da estaçom das flores, a comunidade celebrasse -como manda a tradiçom, à sua sombra- a continuidade e a natureza.


Havia de ser aqui! "Paliadora", motosserra e tira milhas.


Se Galiza tivesse passaporte próprio, na capa deveria ler-se República de Husqvarna.



 Unha memoria mineral recorda:
o túnel cara á morte,
o medo esborrexendo,
o estrépito da ira;
mortos arreo e con todo o posto
unha hora antes das primeiras luces.

 E aínda houbo valor para outros días.

Lo más adecuado para un niño es nacer en el seno de una familia rica. Tanta educación, tanto trabajo tanta tontería.
Partido Peor

La jerarquía superior del Derecho internacional sobre el derecho interno, aunque la doctrina prefiere hablar hoy de competencia se sustenta en el propio Derecho internacional y no depende de un reconocimiento al efecto por parte de la Constitución. Todo Estado está obligado a respetar sus compromisos internacionales, aceptando la superioridad del Derecho internacional. La práctica de los Estados da la razón a esta posición y la jurisprudencia tanto internacional como nacional confirman este punto de vista


Orden jurídico internacional y Constitución Española, Antonio Marín López


(...) it is unconstitutional for a government to prohibit the desecration of a flag, due to its status as "symbolic speech."

(...) Flying an American flag upside down (...) has been used by extension to make a statement about distress in civic, political, or other areas.



Wikipedia


e.g. Russel Means

Um homem no seu sítio (Newsteed, e nom Hetfield precisamente)


And I actually said "I think this is really fucking lame". And weak. That we cannot get together. Us. The biggest heavy band of all time. And things we've been through and decisions we've made about squillions of dollars and squillions of people. And this? We can't get over this?


Duran Duran. A view to a kill

de cativo eu era-vos mui heavy e as trangalhadas popeiras nom me chamavam o mais mínimo. contudo, passados os anos, esta peça parece-me nom bem, senom mui bem.
dacordo, na versom do videoclip é muito sarilho cos efeitos de som superpostos à música e com umha montagem hilarante no videográfico, mas o conjunto -reconhecereis- resulta encantadoramente naïf.
sorte que aínda gozastes de sete anos nos oitenta, edward snowden. era-che outro tempo. agora só nos resta confiar no derradeiro reduto ético dum jason bourne.
esta vai por ti.

desde a minha barricada anti-T leio isto depois de ter lido as parvadas do aludido hai uns dias

o direito à própria informaçom

hai um direito que me parece se deve ir edificando em abstrato, cada vez o tenho mais claro, e talhando como faria um escultor no concreto, até que a lei o reconheça, que é o direito à própria informaçom.
[sabemos que nem por essas estará garantido ao 100%, dado que, como acontece em espanha após gallardón, é o dinheiro o que diferencia o goze ou nom dos direitos em gram medida (i.e. ter dinheiro para pagar o processo judicial que cho fará efetivo) mas mesmo assim é importante que se reconheça polo menos formalmente, se aspiramos a que as nossas sociedades avancem.]
na minha forma de ver hai uns direitos humanos básicos de primeiro nível como pode ser o direito à vida e à integridade física e depois hai toda umha série de valores, alguns sociais e outros individuais, que devemos edificar entre todos, que talvez nom sejam prioritários em questom de vida ou morte (mesmo isso está por ver, desde o momento em que a sociedade digital acrescenta o seu impato sobre a realidade física até extremos insuspeitados), mas que som relevantes, e na época que vivemos aí incluo à informaçom.
eu nom som jurista, e estou certo de que é complexo o desenvolvimento, mas intuitivamente sei que tu tens direito a possuir e conservar aquela informaçom que elaboras, e que deves ter constância e ter um direito básico sobre os dados e a informaçom que te atanhem. e quanto mais invasiva, maior poder de decisom.
porque por agora, me dá a sensaçom que a capacidade dos estados (do seitor privado já nem falo) se tem posto num mesmo sentido e é o invasivo e lesivo para o indivíduo. dacordo, p.ex. no reino de espanha hai umha lei orgânica de proteçom de dados... mas sempre som as iniciativas extraestatais as que voluntariamente, desde foros de técnicos com ética (benditos eles), e por compromiso filosófico, tentam aportar ferramentas de contrapeso contra essa vaga.
dim-nos "é que isso nom se pode fazer por motivos tecnológicos". nom, os motivos som políticos, de vontade. nom pode ser que a tecnologia sirva só num sentido. é a lei a que deve garantir-nos a proteçom fronte aos maus usos dela, venham de onde venham.
"direito à própria informaçom": nom o sei enunciar de jeito singelo melhor que isso.