Deu-me pena nom "ver-me" na linha de apoio a projetos culturais lançado polo concelho da Corunha. Partes do modelo nom os acabava de entender e ainda que, o principal: celebro se acabarem amparando quem mais trabalha autonomamente e pior o está levando neste duro contexto... perguntei por isto e dá-me (-nos) um pouco a sensaçom de que é abrir comportas e deitar para que as partidas se consomam e nom retornem à tesoureria. Penso que, polo contrário, o ideal era fazer, polo menos no relativo à BD, umha forma mais flexível e harmónica com umha arte que nom tem na produçom (como pode ser teatro, audiovisual, instalações artísticas...) o seu gasto senom em tempo e esforço.
Conclusom: melhor re-pensar o modelo e nom deixar fora, por constriçom legislativa (o ordenamento autonómico que rege o contexto está frequentemente longe da realidade a pé de rua), projetos válidos e persoas que levam (levamos) muitos tempo trabalhando na cidade, e justo nos âmbitos que se pretende promover.