Não me conto em absoluto entre os que querem apagar Stan Lee da história dos cómics. Porém lembro quando defender o legado de Kirby parecia tema tabú no mainstream USA. Frank Miller, cuja ideologia hoje me causa estupor, e mais outros poucos, tiveram a valentia de manter a memória do mestre acessa.

Hoje em dia hai mais conciência sobre a questão (não só de Kirby, senom dos direitos autorais em geral) mas naquela época de eclipse a pequena editorial que precisamente levava este nome botou-lhe coragem, num contexto provavelmente muito menos propício.

Bravo.