Não sou muito nem de um nem do outro, e menos dos cruzes entre ambos, mas depois dum primeiro número que me deixou bastante frio e mesmo me resultou algo confuso, me rindo ao que Jae Lee pode fazer levando o jogo de perfís e silhuetas ao extremo. Joga em liga à parte.


Desde a sua irrupção em X-Factor pelos primeiros noventa não o segui demasiado: Primeiro aquilo pesado de Hellshock e um anedótico Youngblood Strikefile, algo em Wildcats e um monográfico intitulado em espanhol Spiderman: Señales de tormenta. O que fixo para o comic de Stephen King nos últimos anos não me interessou, assim que realmente se penso no seu nome, a sua única grande obra até a data seria o seu Inhumans, provavelmente o melhor que tenha escrito Paul Jenkins e para mim um dos volumes imprescindíveis do género super-heróico.


Alegra-me voltar, depois de tantos anos, a encontrar-me com el, na esperança de que esta série, que bebe no nº2 duma confrontação que poderíamos emparelhar algo com o eixo argumental de Bendis nos mutantes, vaia a algures. Em qualquer caso Lee é uma ilha, uma rara avis a celebrar no mercado estado-unidense, alguém de uma finura e elegância infrequente, que me lembra no seu estilo atual de figuras estilizadas e gosto pelo detalhe a outro caso particular: Kevin Nowlan.