Ontem despedi-me de três pessoas que me levam acompanhando quase a metade da minha vida. Foi triste e teve algo de desajeitado e precipitado mas inevitavelmente

assim são todas as despedidas. Não foi o final que esperava (diluindo-se quase literalmente na cidade) porque não esperava nenhum especificamente. Tive muita pena de não saber mais deles, como decorreram as suas vidas, especialmente durante a guerra.

Hei sentir falta deles. Ainda que sejam pessoas de papel e não de carne e osso.

Como me alegro de que esta licença a tenha levado Milky Way e não Norma Editorial. Tempo atrás vi o primeiro episódio do anime e gostei, mas dava-me algo de preguiça seguir adiante com a típica série longa, porém esta semana disseram-me que só tem uma dúzia de episódios, então retomarei. O manga é um bom trabalho, muito agradável de ler e não me surpreenderia que na casa acabássemos por completá-lo, mas reconheço que no caso desta obra acho que tanto a cor como a música põem a versão animada um ponto por cima dum original que é em preto e branco e obviamente sem som.

Got Dark Corridor #2 from my specialty store today and read it right away. I like it a lot. I am not a hardcore fan of noir books but still, beyond the genre aspects, this is my kind of book. As it turns out, this could well be the first time I’m actually subscribed to a current title. Well spent money.

More generally speaking, in the early days, I always thought Image could harbour such diversity as it features nowadays and I’m glad as years have gone by my hope turned reality. I’m not saying that specific company is the only actor to credit for the US landscape, but the North American market is so much richer thanks to Image’s wide range of titles. Readers may take it for granted but they shouldn’t.

(Maybe years ago you’d only picture Dark Corridor under the Fantagraphics logo, wouldn’t you?)

Bastante impressionante. Um dos melhores álbuns que tenha lido em tempo. Lembra-me um pouco o Pinocchio de Winshluss ou o Aventuras de un oficinista japonés de José Domingo, primeiro no sentido do protagonismo embriagante da ilustração mas segundo, e talvez mais importante, porque ainda que se lhe possam achar referências e precedentes, são livros-ilha, únicos e particulares. Memoráveis não só pela sua qualidade intrínseca senão pela originalidade da proposta.

Liked and subscribed. Well, actually, first I subscribed to the title and then got my copy of this first issue. Rich Tommaso’s cartoonish style (and retro aesthetics in this case) is a sure bet when it comes to my reading appetites. And while I was not particulary fond of “The horror of Collier County”, “The Cavalier Mr. Thompson”, that’s another story. One of the very few “somebody else’s books” I wouldn’t mind signing myself. Incidentally, will we ever get a sequel to the latter? I hope so.