A leitura de hoje

A leitura de hoje

Superlópez é mui bom mas este é o meu favorito de Jan, grandes lembranças da infância e umha BD maravilhosa para crianças. Boa ediçom, ademais. Nem sabia que esta existia, de miúdo lera as histórias na revista homónima, e alegrei-me muito de ma darem como presente.

A leitura de hoje

A leitura de hoje

... ou mais bem a leitura terminada hoje. Por pouco vou-me a um ano para o ler. Que bom Tezuka. Que maravilha Itália editando manga: preços irrisórios, qualidade impecável.


Sendo fã da ed. .es de Snoopy (Grijalbo) foi um choque qdo descobrim q a sua famosa frase literária nom correspondia co original .us



contudo, quem o figesse (nom lembro se a traduçom ia acreditada), bem, pq ambas frases têm significados análogos nos 2 sistemas literários:

http://blogs.lavanguardia.com/el-arquero/era-de-noche
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https://en.wikipedia.org/wiki/It_was_a_dark_and_stormy_night

A frase em inglês deu pé a estas edições, fruto dum concurso cos -literariamente- piores inícios de novelas imaginárias.

I’m always surprised whenever I find awesome art in commercial books beyond the main brands -both the big two, Image, Dark Horse, etc-. Sumit Kumar, whom I had no previous knowledge of, delivers a rock solid work that really stands out. Kudos due to a great colouring contribution from -I guess- Rosh. Nice take on behalf of Ram V. in the writing chores, too. Altogether an above the average adventure & sword & fantasy book that well deserves attention.

Ontem despedi-me de três pessoas que me levam acompanhando quase a metade da minha vida. Foi triste e teve algo de desajeitado e precipitado mas inevitavelmente

assim são todas as despedidas. Não foi o final que esperava (diluindo-se quase literalmente na cidade) porque não esperava nenhum especificamente. Tive muita pena de não saber mais deles, como decorreram as suas vidas, especialmente durante a guerra.

Hei sentir falta deles. Ainda que sejam pessoas de papel e não de carne e osso.

Ainda relendo esta semana. Em geral não gosto do que faz Neil Gaiman mas com “The Sandman” acontece-me o mesmo que com “Mafalda”, “Watchmen”, “Non Non Bâ” e tantos outros: passam os anos e podo reler e sei que vou desfrutar.