Bem escrito.

Bem é certo que recorre recorrentemente à figura do eterno retorno em inúmeras expressões e materializações. E que psicologica e afetivamente, resultou-me angustiante avondo. Ambas caraterísticas podem abafar mais dum leitor. Até desculpo o imenso Deus ex machina, essencial no feche da trama porque, a verdade, som um leitor tolerante: escrever umha novela parece-me algo tam difícil (diria impossível para mim) que normalmente valoro muito mais as virtudes que os defeitos. Sempre que estes nom me fagam sentir insultado (Joël Dicker, isso vai por ti: que puro lixo telefílmico aquel teu livro que começara a ler).

Nota bene: para o meu gosto, sugeriria nunca ler antes do próprio livro nem o texto de contracapa nem o índice final.