Lino Novás Calvo

Lino Novás Calvo

Re-lendo a ediçom do 1955 vejo os apelidos do primeiro tradutor deste célebre livro para o espanhol o ano precedente e pesquiso para confirmar que -como suspeitava- era galego. Filho de solteira, foi mandado sem ela para Cuba procurando o porvir. Que vida tivo depois, quanto trabalhinho e quanta dor. Mágoa que nem teremos a sua voz gravada na língua em que falaria com sua nai.

La que allí, españoles e internacionales hemos librado, será siempre la batalla inicial de todas las batallas de nuestra época. Por eso está bien que, todos los que la hemos vivido de cerca o a distancia, llevemos al papel su sentido y su pasión. (...)
España es una tumba, es un desierto cubierto de esqueletos, pero sobre esa piel sembrada de muerte se escribió una gran lección que el mundo ya ha debido aprender.

Se algumha vez alguém for ao campo-santo de Syracuse haveis-lhe levar umha florinha das Granhas do Sor.