A perda de informaçom

é por princípio, ou deve sê-lo, anatema para um informático. Após duas décadas de experiência, em especial no relativo a meios de comunicaçom (convencionais ou nom) resulta-me incrível a naturalidade coa que as/os responsáveis dos mesmos assumem a desintegraçom aleatória de conteúdo. Nengum ente minimamente sério pode aceitar sem mais que algo que custou esforço em tempo, dinheiro e recursos humanos se deixe desaparecer. E nom falo de perda de informaçom cuja finalidade era precisamente usar e guindar -o que é tecnicamente válido, dados de transiçom pondo por caso- nem aquela com um saldo manifestamente negativo na relaçom entre o esforço de mantimento e o proveito que se lhe tira, senom que me refiro a informaçom plenamente elaborada em forma final, inerentemente destinada á sua publicaçom de divulgaçom, sem data de caducidade estipulada e com um custe quase nulo de conservaçom.
Ao passo dos anos constato umha e outra vez que perdem conteúdos por buracos ignotos tanto jornais como entidades culturais.
E eu nom dou crédito.