Primeiro contato pontual co Bureau depois de deixá-lo coa despedida do meu reverenciado Guy Davis. Nom lembro se o comprei polo desenhador (quase o único autor junto a Timothy Truman que conseguiu que comprasse um Conan) mas o caso é que pilhado descontextualizado nom é gram cousa… Estamos cheios de ver Nova Iorque tomada por toda classe de conflitos (veu-me à cabeza a DMZ) e os demoníacos nom faltam (Inferno já foi nos 80). O tom da série mudou, e nom sei até que ponto trocou o seu “estado mental” ao passar à numeraçom seguida -entendo que foi na altura do número cem-. Das séries limitadas a umha aberta… preocupa-me que rebentada já a burbulha da hecatombe planetária se perdesse a inocência das entregas autoconclussivas e dos mistérios que se entrelaçavam co “mundo normal” a câmbio dum status quo completamente novo e condicionado: o tantas vezes visto postapocalíptico. Nom sei se será assim, nem se terá retorno, mas nom gosto tanto deste Akira como da época do Davis, que me pareceu sobérbia. Talvez Mignola e Arcudi nom puidessem pospor mais o grande conflito, mas se tenho que escolher prefiro um X-Files clássico do “monstro da semana” que mais outro Armageddon / Cloverfield / etc.