Falávamos o ano passado do armazenamento e da conservaçom de BDs. Hoje, prévia desculpa a quem for profissional da enquadernaçom, comento como recuperei tomos voluminosos que passárom polas minhas mãos quando estavam destroçados, quer por virem dum trabalho de imprensa péssimo, quer porque fórom mui mal tratados em uso, quer polas duas cousas.

Ediciones B foi responsável de edições penosas quando tinha os direitos de Mortadelo. Cousas como esta infra (imprimiu EGEDSA) na altura de 2006 som imperdoáveis, mais quando se trata da 6ª ediçom e o título já levava dado dinheiro a eito:



O uso normal dum livro nom pode dar numha desfeita tal. Contudo, depois alguns apanhos som bastante piores que o dano que pretendiam arranjar:



Eu uso um papel grosso castanho reciclado e reutilizado para devolver a consistência do espinhaço do livro. Deu-me até agora mui bom resultado quando nom importa tanto a estética dos interiores de capa e contracapa como a fortaleça do resultado.



A cola que utilizo contém 1,2-benzisotiazol-3(2H)-ona, 2-metil-2H-isotiazole-3-ona, Mistura de: 5-cloro-2-metil-2H- isotiazole-3-ona (N. CE 247-500-7) e 2-metil-2H-isotiazole-3-ona (N. CE 220-239-6) (3:1). Se trabalhares em restauraçom ou sabes de química e estou fazendo umha barbaridade agradeço comentário. Os resultados a muitos meses vista, nom obstante, som de momento ótimos, mesmo quando o exterior do volume cai literalmente a cachos:









Nengumha soluçom externa (fita americana, fita adesiva transparente convencional, etc.) me convenceu até agora como para a recomendar, daí que nom tenha usado nengumha no título destas últimas imagens.