Melhor que nove de cada dez novelas gráficas que me ponha a ler (nom com todas podo, algumhas som superiores às minhas forças) e na última temporada ainda fórom umhas poucas.

Esta obra nom cai em maniqueísmos nem num final fácil... e digo isto só porque supugem, lendo, que era um trabalho mais ou menos autobiográfico, mas nom o sei, pois desconhecia antes de colhê-lo tanto o título como a autora.

Se efetivamente for autobio dá para refletirmos no imenso caudal de talento que xs autorxs nom cisheteronormativxs levam aportado à BD na última década (e nom só) tanto em Galiza (de início penso em 2 foras de série na Corunha e 1 de Vigo) como no imediato mercado espanhol (onde perdo a conta de assinaturas na média de qualidade ou por cima dela), muito mais nos maiores (EUA+Canadá, a Europa francófona, o Japom).

É digno de estudo.