Umha cousa é o que se vê que quer vender um produto (mulher entrando na primeira maturidade à que se lhe passa o arroz tem umha bizarra oportunidade de experimentar algo novo) e outro o pouso ideológico que deixa: o primeiro volume pareceu-me de um regrógrado brutal, imagino que porque até no s. XXI Japom é umha sociedade tremendamente machista, mas mesmo assim... que nom contem comigo para o n.º 2.

Estou para acabar a leitura do primeiro volume desta obra mestra, e estes dias deu-me por pensar que sempre me parecera bastante parvo esse cliché de “Que livro levarias para uma ilha deserta?”. Porém, depois de ter descoberto isto casualmente, sem antes saber nada -além da existência daqueles velhos desenhos televisivos-, dá-me que essa pergunta ainda vos vai ter uma resposta, e talvez só uma, acertada…