Esta é provavelmente a única prancha do álbum que nom resulta ofensiva ;-)


Tenho a série em alta estima mas nunca até agora me quadrara de ler “Tintin no Congo”. Quando se armou aquel sarilho pola demanda judicial pareceu-me absurda umha solicitude de proibiçom. Continuo pensando igual, mas tamém concordo que ao igual que nas obras de Tezuka se inclui umha nota contextualizadora quanto a certos retratos, neste trabalho fai tanta falta como o comer umha explicaçom da época e da ideologia atrás do título.


E isso que esta é a versom “suavizada”. Mas de verdade, tem mais de umha e de duas pranchas de ficares coa boca aberta.