Resulta surpreendente que da ediçom antológica em volume unitário de La familia Trapisonda (esquerda) prefiro as cores, porque nom gosto do recolorido efetuado na ediçom em dous álbuns menores distribuída com jornais (direita) mas esta última, que em teoria é umha versom mais económica, tem a linha de arte a tinta negra muito mais nítida que a outra.
Para observar, se se calcar, amplia-se a imagem.


Nom podo afirmar nem supor que foi a melhor BD feita em Espanha o ano passado mas gostei. Mais, de feito, que os outros dous brugueriano/vazquianos a quem dei a ler (cuja frialdade na recepçom me surpreendeu).
Onde ia que eu queria pilhar este título, desde que saiu, e casualmente só agora que lhe dérom o Prémio Nacional conseguim. Da obra em si convencérom-me menos os insertos tipo documentário em que falam expertos/as na matéria que o relato delirante em si, ainda que entendo a decisom narrativa de empregar esse recurso.
Oxalá mais cousas de Sordo deste estilo proximamente.
Faleceu um dos maiores expertos na BD espanhola. Incidentalmente quem tivo a consideraçom de incluir o meu nome numha enciclopédia, um impressionante trabalho em dous volumes para a história da "historieta" 22 anos atrás.



D. E. P. Jesús Cuadrado