"Todos sabían que Elena era una muchacha de ideas avanzadas, modernas. Sin embargo...
—Jamás creí que pudiera interesarle el arte abstracto."



Ainda piora a cousa: a carga retrógrada da história da capa tem verdadeira culminaçom no desenlace da história, asseguro-vos.


Desenho tentadoríssimo, de pulcritude brilhante, mas um guiom tontíssimo. Nom o digo pola premisa, que vai ao que vai, nem polo enfoque, co target de idade óbvio (namoramento instantáneo, fantasia tétrica tiktokker, sangue por sexo, etc) senom polo desenvolvimento de encefalograma plano que se leva a cabo, no qual nom hai nada minimamente consistente. E é umha pena porque com que o argumento tivesse "algo" eu seguia a série. Contudo nom sei se melhora além do primeiro volume, claro.


Pois colhim por primeira vez este de hai mil anos e, ainda que a obra de Jan merece toda a minha reverência e carinho, pareceu-me que nom tinha muito jeito precisamente. Enfim, ainda muito del que ler (ou re-ler os integrais): álbuns de Super López, o Don Talarico novo, Super Rayón, Cab Halloloco, Días Moscosos, Superioribus...


Joann Sfar é literalmente um fora de série, nom o vamos descobrir agora. Depois de muitas leituras da sua obra este Aspirina surpreendeu-me enormemente porque me pareceu ao mesmo tempo umha mostra do seu enorme talento e versatilidade e umha novela gráfica horrível. A primeira metade é diretamente insofrível, nom sei o que pretendia mas os personagens som todos aborrecíveis e diretamente nom hai história. Na segunda dá um volantaço para a aventura colorista-terrorífica-pop sem complexos mas nem acaba de calhar. Ediçom ótima de Fulgencio Pimentel para um trabalho perfeitamente esquecível dum autoraço como hai poucos no continente.

P. D.


Claro que sí, guapi.


Umha cousa é o que se vê que quer vender um produto (mulher entrando na primeira maturidade à que se lhe passa o arroz tem umha bizarra oportunidade de experimentar algo novo) e outro o pouso ideológico que deixa: o primeiro volume pareceu-me de um regrógrado brutal, imagino que porque até no s. XXI Japom é umha sociedade tremendamente machista, mas mesmo assim... que nom contem comigo para o n.º 2.