Por que nom tolero O gourmet solitário, de Taniguchi, mas esta pequena BD sim, nom sei explicar. O que fai esta autora tem-me bastante encanto, até quando o relato, como é o caso aqui, é totalmente anedótico e superficial (refiro-me na exploraçom dos personagens, nom quero dizer frívolo).


Bastante bom. Nom som experto no personagem mas esperava algo menos canónico, parece um Blueberry com todas as da lei. O que sim, tira-me da história que se ponham decalques de Claudia Cardinale ou Woody Strode. Criativamente parece-me umha decisom absurda (até pouco profissional). Na comédia (Astérix) este tipo de aparições som simpáticas mas se a história se pretende tomar a sério para mim nom funcionam. O resto das apropriações/inspirações nom se me parecem nada (Paul Dano, Richard Harris, etc.) mas os que identifiquei para mim provocam o que chamaria a suspensom da suspensom da descrença.


Título totalmente equívoco -nom sei se do original ou da traduçom- que devia ter sido "Acabé hecha un trapo alcoholizándome".

Leitura entretida. A nível autoajuda, inspiracional e similar, passo de valorá-lo. O mais demencial, isso sim (e olho que vos rebento parte do final, nom sigais lendo) é que a senhora quase morre com trinta e poucos e nem por essas deixa de beber. Estám loucos estes japoneses. Enfim. É a autora de vários volumes autobiográficos que nom lim (experiência lésbica coa soidade etc.) porque tampouco me chamavam muito.

PS.- Ponho foto porque a segunda tinta na sobrecapa real da ediçom espanhola nom se parece nada ao laranja que estranhamente é o que publicita a editorial por meios digitais. Este tipo de detalhes descolocam-me.